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março 13, 2017

Evento da semana: Festival literário no Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos celebra a publicação de contos inspirados na antiga cidade do Vale do Café!

O segundo volume da coletânea ‘Contos de São João Marcos’ (leia sobre o primeiro volume no post anterior) será lançado em 18 de março, próximo sábado, no Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos, em Rio Claro (RJ). O espaço educativo e cultural idealizado pelo Instituto Light receberá os autores selecionados e o público em um simpático festival literário com sessão de autógrafos, coquetel, bate-papo com os escritores, exposição de obras de editoras e troca de livros em meio à Mata Atlântica e às ruínas da antiga cidade.

Doze contos de diversos gêneros literários foram eleitos em um concurso realizado entre agosto e novembro de 2016 graças à conquista do ‘Prêmio Todos por um Brasil de Leitores’, concedido pelo Ministério da Cultura por meio da Diretoria de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas. 

O festival literário é aberto ao público que, desde já, está convidado a contribuir com um livro para a mesa de trocas e levar para casa outra obra, além de um exemplar da coletânea Contos de São João Marcos, que será ofertado a todos que comparecerem.

Também serão doados exemplares para representantes de bibliotecas comunitárias e escolas públicas do estado do Rio de Janeiro. Interessados devem enviar um e-mail para contato@saojoaomarcos.com.br solicitando o livro. Este projeto foi premiado pelo Edital Todos por um Brasil de Leitores.

Programação - 18 de março de 2017
Das 10h às 15h: sessão de autógrafos, exposição de editoras, troca-troca de livros e espaço para leitura
13h Coquetel
14h Talkshow com os autores
15h Encerramento

Confirme sua presença no evento!


Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos

Inaugurado em 2011, o Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos é um espaço educativo e cultural da Light mantido com o patrocínio da empresa e da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro. Gerido pelo Instituto Cultural Cidade Viva (ICCV), o Parque combina em um só lugar o resgate da memória da antiga cidade de São João Marcos (Rio Claro – RJ), a natureza exuberante da Mata Atlântica, cultura e um programa educativo estruturado.

Visite o Parque - A entrada é gratuita!

Aberto de quarta a sexta-feira, das 10h às 16h. Sábado e domingo, das 9h às 17h
Endereço: Estrada RJ 149 (Rio Claro – Mangaratiba) Km 20 - Rio Claro – RJ
Telefone: (21) 2233-3690
E-mail: contato@saojoaomarcos.com.br

Conecte-se:
Facebook: www.facebook.com/ParqueSaoJoaoMarcos
Site: www.saojoaomarcos.com.br
janeiro 24, 2017

Viajar pelas páginas de um livro é uma atividade típica de todos os leitores. Imaginar-se em épocas, mundos e países distantes é um escape para o trânsito ou o marasmo de nosso dia-a-dia.

Guias de bolso e mapas também proporcionam esta mesma sensação: nada como criar roteiros de fim de semana, e também itinerários para esta breve-nova vida em uma região desconhecida.

No ano passado, durante o período de comemorações dos 450 anos da Cidade do Rio, a Editora Cidade Viva publicou o "Guia Cultural do Centro Histórico do Rio de Janeiro", apresentando 130 atrativos turísticos de nossa cidade, como por exemplo espaços artísticos e literários, feiras e centros gastronômicos, além de museus, igrejas e outras dicas mais!

Se você tem vontade de conhecer o Rio de Janeiro, siga as dicas deste roteiro cultural e comece sua viagem!

 

Abaixo, algumas fotos de nossa cidade:


 Vista aérea da região da Cinelândia (fonte)



Região da Praça XV (fonte)


Região da Marina da Glória (fonte)




dezembro 13, 2016

Há alguns dias Jonatas e eu fomos convidados para conhecer a Editora Cidade Viva, braço editorial do Instituto Cidade Viva, entidade carioca que atua em todos os segmentos artísticos e nas áreas que fazem interface com a cultura, como o turismo, a gastronomia, o esporte, o meio ambiente e muitos outros.

Nesta visita a Editora, pudemos acompanhar o processo de seleção do 2º Concurso Literário Contos de São João Marcos , e igualmente fazer parte do juri de seleção do Concurso. Foi uma experiência e tanto conhecer o trabalho de diversos autores nacionais, assim como a história do Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos! O lançamento do livro com os contos selecionados será no início de 2017, já estamos ansiosos!

E é claro que numa visita dessas não poderíamos deixar de mostrar pouquinho do acervo da editora! Fiquei vidrada nessa estante repleta de caixas ainda com cheirinho de gráfica! :)


Um dos meus títulos preferidos é a edição bilíngue de Casa Velha, de Machado de Assis, que conta com um projeto gráfico incrível!


Esta edição é parte de uma série de autores clássicos de nossa Literatura, como João do Rio, Lima Barreto e Manuel Antônio de Almeida. Todas as obras contam com ilustrações e "surpresas editoriais" incríveis, e com certeza já fazem parte de nossa série de Dicas de Presentes para um Natal Literário :) Ah sim, e neste fim de ano todo o site da editora está com um preço muito bom, vale conhecer!


Machado de Assis

Romance maduro de Machado de Assis, Casa Velha foi publicado em forma de folhetins em 1885. A primeira edição do livro foi lançada somente em 1943. Na obra, que conta os meandros da familia de um alto membro do governo do imperador Pedro II, o autor faz uma crítica aos costumes da época, relatando intrigas imperiais e a mesquinhez da aristocracia tropical de Pedro II, da igreja, os jogos de interesses e a fogueira das vaidades.

Casa Velha – The Old House é ilustrado por Daniel Senise. Evelyn Grumach é a responsável pelo design e Alexei Bueno assina a introdução do livro, que conta ainda com um ensaio do notável machadista John Gledson, professor da Universidade de Liverpool.

A coleção teve início em 2010, com o lançamento de A Alma Encantadora das Ruas - The Enchanting Soul of The Streets, de João do Rio, com ilustrações de Waltercio Caldas. Depois veio Memórias de Um Sargento de Milicias - Memoirs of a Militia Sergeant, de Manuel Antônio de Almeida, ilustrado por Luiz Aquila.

A série foi concebida com o objetivo de proporcionar aos leitores de língua inglesa a oportunidade de conhecer o melhor da nossa literatura, além de propiciar àqueles com maior interesse linguístico e literário um prazer mais intenso na leitura desses textos.


Lima Barreto

No ano em que completa 100 anos desde sua primeira publicação, em formato de folhetins, no Jornal do Commercio, o livro Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, é lançado em inédita versão bilíngüe pela coleção River of January – O Rio de Janeiro Visto pelos seus escritores. A obra é a quarta da série, que busca retratar os costumes do Rio de Janeiro nos últimos 200 anos através de clássicos da literatura brasileira traduzidos para o inglês e ilustrados com grandes nomes das artes plásticas no Brasil. Quem assina as ilustrações de Triste Fim de Policarpo Quaresma – The Sad End of Policarpo Quaresma é Ernesto Neto e a tradução é de Mark Carlyon. Considerado o trabalho mais importante e maduro de Lima Barreto, a obra é uma discussão sobre a identidade do país, que se formava em 1911, tendo como pano de fundo os eventos dos primeiros anos da República. Principal romance do pré-modernismo brasileiro na opinião de alguns críticos, o livro tem como personagem principal o Major Policarpo Quaresma, figura nacionalista que faz duras críticas ao presidente Floriano Peixoto. Para o tradutor Mark Carlyon, este livro é a mais importante condenação ao autoritarismo e à ditadura em toda a literatura da America Latina. “Esta é a única obra de ficção que retrata a brutalidade do Florianismo”, observa.


Memórias de um sargento de milícias / Memoirs of a militia sergeant
Manuel Antônio de Almeida


Memórias de um Sargento de Milícias foi escrito por Manuel Antônio de Almeida entre 1852 e 1853, em forma de folhetins semanais, publicados no suplemento Pacotilha, do Correio Mercantil. Só mais tarde foram agrupados no livro, cujo título é um dos mais lidos e festejados da literatura brasileira. O autor, que nasceu no Rio, filho de imigrantes portugueses, viveu de 1831 a 1861. Era médico e funcionário público. Escreveu pouco, nada que tivesse merecido atenção do público ou da crítica, salvo esta que foi sua principal obra.

Concebida pelo Instituto Light, em parceria com o Instituto Cultural Cidade Viva, a coleção tem como características principais a de explorar a experiência carioca em épocas variadas através da literatura produzida na cidade, além da publicação de clássicos em versão bilíngüe – textos em português e inglês são apresentados lado a lado.

Ademais, todos os títulos são ilustrados por nomes que além de serem referência nas artes plásticas do Rio de Janeiro, são capazes de dialogar de maneira original com o texto. A série vai permitir ainda que o leitor conheça um pouco mais do Rio antigo, as transformações, os costumes da população narradas em obras de famosos escritores cariocas ou que tiveram uma importante vivência no Rio de Janeiro.


A Alma Encantadora das Ruas / The enchanting soul of the streets
João do Rio


Com a tradução literal e ousada do nome da cidade, a coleção tem como ideia principal permitir que o leitor vivencie a experiência de “ser carioca” em diferentes épocas, por meio do relançamento de obras literárias em edições em português e inglês. Seu diferencial em relação a outras publicações bilingues está no ineditismo de o português ser o idioma-base da tradução.

Essa coleção apresenta um retrato da vida e dos costumes da cidade do Rio de Janeiro, desde a instalação da corte até os dias de hoje.

 

Outros títulos da Editora contam histórias de nossa cidade, sempre trazendo uma perspectiva ecológica e sustentável em seus textos:


Guia de História Natural do Rio de Janeiro

O Guia de História Natural do Rio de Janeiro resulta de uma longa colaboração entre os organizadores e os autores dos capítulos apresentados. A origem se deu no Instituto Light, durante uma série de cursos técnicos para o setor elétrico realizados entre 2007 e 2008. Os cursos consistiram em uma introdução às disciplinas abordadas, tendo como referência a região metropolitana do Rio de Janeiro. Em sequência, deu-se inicio à preparação dos textos que constam deste guia, estruturados em cinco partes: Introdução, Ambiente Físico, Ecossistemas, Biota e Conservação dos Ecossistemas, em que são relevados aspectos da geologia, céu, clima, fauna, flora, rios, lagoas, lagos e meios possíveis de preservação desses sistemas. Organizado por Mozart Vitor Serra e Maria Teresa F Serra, o livro traz textos de André Luiz Ferrari, Guilherme Borges Fernandez, Jorge Luiz Fernandes de Oliveira, Carlos Roberto Rabaça, Claudio Belmonte de Athayde Bohrer, Valéria Gomes Veloso, Rafael da Rocha Fortes, Fabricio Escarlate Tavares, Fábio de França Moreira e Patrícia Moreira Mendonça e Silva. Os autores são profissionais atuantes nos campos urbano e ambiental, professores e pesquisadores vinculados a centros acadêmicos e de gestão ambiental como a universidade Federal Fluminense (UFF), a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) e o Observatório Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).


Lagoa Rodrigo de Freitas: uma discussão centenária

Quando o assunto é a Lagoa Rodrigo de Freitas a falta de consenso é geral. Há sempre uma controvérsia sobre a solução mais viável para a melhoria da qualidade de suas águas e preservação desse patrimônio da cidade do Rio de Janeiro. O livro ‘Lagoa Rodrigo de Freitas: uma discussão centenária’, do engenheiro Victor Monteiro Barbosa Coelho, faz um registro fundamental dos estudos técnicos, projetos e obras que a Lagoa sofreu ao longo dos anos e lança luz sobre o notório valor histórico e humanístico desse cartão postal do Rio e do Brasil. Com 240 páginas e mais de 70 figuras, a obra está organizada em quatro partes: História e particularidades da Lagoa; Projetos e Estudos; Qualidade da Água e Monitoramento; e Iniciativas de Solução - Uma Discussão Centenária. Em 15 capítulos, o autor aborda aspectos como as características físicas da Lagoa, sua história, monitoramento da qualidade da água, aterros e dragagens, pesquisas relevantes, a questão da mortandade de peixes e propostas de renovação das águas.

(confira também o post de lançamento do livro)


E você, já conhecia os títulos da Cidade Viva? :) 
novembro 07, 2016



A Lagoa Rodrigo de Freitas é um patrimônio natural, social e cultural do Rio de Janeiro. Dos engenhos de açúcar aos arranha-céus de hoje, toda uma população e história foi construída às margens deste cenário. E como uma inevitável consequência de alguns séculos de arrendamento, assim como de seus contemporâneos processos de urbanização, a Lagoa permanece alvo de grandes debates no campo acadêmico e político, especialmente no que diz respeito a sua conservação e preservação.

Mesmo neste Rio de contrastes ambientais e urbanos, a Lagoa Rodrigo de Freitas continua sendo um dos cenários mais impactantes e belos de nossa cidade, tanto para o lazer, o turismo e para a prática de atividades esportivas, como por exemplo a realização das provas masculinas e femininas de Remo e Canoagem nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Pensando neste rico debate, o Instituto Cultural Cidade Viva, entidade carioca sem fins lucrativos, realiza nesta terça-feira 8 de novembro o lançamento do livro "Lagoa Rodrigo de Freitas: uma discussão centenária", do autor Victor Coelho. No Facebook do Instituto você pode conhecer mais deste projeto e acompanhar as novidades da Editora :)



Lagoa Rodrigo de Freitas: uma discussão centenária
Victor Coelho

Quando o assunto é a Lagoa Rodrigo de Freitas a falta de consenso é geral. Há sempre uma controvérsia sobre a solução mais viável para a melhoria da qualidade de suas águas e preservação desse patrimônio da cidade do Rio de Janeiro. O livro ‘Lagoa Rodrigo de Freitas: uma discussão centenária’, do engenheiro Victor Monteiro Barbosa Coelho, faz um registro fundamental dos estudos técnicos, projetos e obras que a Lagoa sofreu ao longo dos anos e lança luz sobre o notório valor histórico e humanístico desse cartão postal do Rio e do Brasil.

Com 240 páginas e mais de 70 figuras, a obra está organizada em quatro partes: História e particularidades da Lagoa; Projetos e Estudos; Qualidade da Água e Monitoramento; e Iniciativas de Solução - Uma Discussão Centenária. Em 15 capítulos, o autor aborda aspectos como as características físicas da Lagoa, sua história, monitoramento da qualidade da água, aterros e dragagens, pesquisas relevantes, a questão da mortandade de peixes e propostas de renovação das águas. 


Se você é carioca ou está visitando o Rio de Janeiro, pode conhecer de perto o trabalho da Cidade Viva no dia 8 de novembro, às 19h, no Bar Lagoa, onde será lançada a obra de Victor Coelho.


 


O Instituto Cultural Cidade Viva – ICCV é uma entidade sem fins lucrativos, criada em 12 de novembro de 1997, com atuação em todos os segmentos artísticos e nas áreas que fazem interface com a cultura, como turismo, gastronomia, terceiro setor, artesanato, educação, urbanismo, ciência, tecnologia, esporte, lazer e meio ambiente.

O ICCV tem abrangência nacional, com uma forte atuação nas capitais brasileiras e um vasto conhecimento da área cultural no interior dos estados, tendo trabalhado em mais de 120 municípios. Em 2010, abriu um novo horizonte de trabalho na Espanha.

O Instituto foi implantado pela empresa Engenharia Cultural – EC, criada em 1991, que o manteve em seus primeiros quatro anos de atividade. Hoje, o Instituto atua como uma rede de cooperação, denominada Rede ICCV Brasil, tendo como principais parceiros a Engenharia Cultural, a Editora Cidade Viva, criada em 2009 e diversas empresas, entidades, profissionais e agentes socioculturais, sediados na cidade do Rio de Janeiro e em diversos estados brasileiros.

Os associados da Rede ICCV BRASIL são selecionados por meio de critérios de excelência profissional e tornam-se parceiros na gestão de projetos, recebendo o suporte necessário para o desenvolvimento de seus trabalhos em todo o processo do ciclo da produção cultural, da criação de ideias à sua viabilização no mercado. Este formato inovador tornou a instituição autossustentável.

A Rede ICCV Brasil tem uma atuação cada vez mais diversificada no universo da Economia Criativa, tendo realizado trabalhos nas áreas de: pesquisa, planejamento, planos de negócio, gestão, produção e administração de projetos e de espaços culturais. Presta serviços nas áreas de História, Patrimônio e Arqueologia. Elabora e realiza eventos de teatro, música, literatura, artes plásticas e cinema. Atua nos setores que fazem interface com a cultura: social, ambiental, artesanato, gastronomia, turismo, educação, esporte, ciência e tecnologia. Edita livros e publicações. Capacita os agentes do mercado e fornece serviços de design gráfico, assessoria de comunicação, tecnologia da informação e outros.