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maio 15, 2018

 


Nos próximos dias 26 e 27 de maio a Editora Sextante realizará em São Paulo um Ciclo de Palestras em comemoração aos seus 20 anos de atividades. A programação tem como foco a realização e o desenvolvimento pessoal e traz autores-palestrantes já conhecidos da Editora, como Gustavo Cerbasi, Augusto Cury e Sri Prem Baba. O evento será realizado no Teatro Gazeta e a entrada custa 20 reais (10 reais meia). Adquira seu ingresso:

26/5
MANHÃ - 11h às 12h30: http://bit.ly/sextante20anos1 
Você é insubstituível, com Augusto Cury
TARDE - 15h às 17h30: http://bit.ly/sextante20anos2 
Propósito e as escolhas para ser feliz, com Bruna Lombardi e Sri Prem Baba
Como ser feliz com o seu corpo, com Daiana Garbin, Daniel Barros e Sophie Deram

27/5
MANHÃ - 11h às 12h30: http://bit.ly/sextante20anos3
Liderança e empreendedorismo, com Bernardinho e Cristiane Correa

TARDE - 14h às 16h30: http://bit.ly/sextante20anos4
Carreira e vida financeira com Cristiane Correa e Gustavo Cerbasi
Corrupção e eleições, com Deltan Dallagnol, Fernando Gabeira e Vladimir Netto

Imperdível :)



janeiro 04, 2018


O ano acabou de começar e a Arqueiro já chegou lançando todas as continuações de todas as séries que você tanto esperava <3 <3 <3 Tem Julia Quinn, tem Colleen, tem Outlander, tem muito livro, gente! Corre pra fazer sua wishlist também :))

Confira as novidades:



Mais lindo que a lua, primeiro livro da série Irmãs Lyndon, é uma história irresistível sobre reencontros e desafios, romantismo e perseverança.

Foi amor à primeira vista. Mas Victoria Lyndon era a filha do vigário, e Robert Kemble, o elegante conde de Macclesfield. Foi o que bastou para os pais dos dois serem contra a união. Assim, quando o plano de fuga dos jovens deu errado, todos acreditaram que foi melhor assim.

Sete anos depois, quando Robert encontra Victoria por acaso, não consegue acreditar no que acontece: a garota que um dia destruiu seus sonhos ainda o deixa sem fôlego. E Victoria também logo vê que continua impossível resistir aos encantos dele. Mas como ela poderia dar uma segunda chance ao homem que lhe prometeu casamento e depois despedaçou suas esperanças?

Então, quando Robert lhe oferece um emprego um tanto incomum – ser sua amante –, Victoria não aceita, incapaz de sacrificar a dignidade, mesmo por ele. Mas Robert promete que Victoria será dele, não importa o que tenha que fazer. Depois de tantas mágoas, será que esses dois corações maltratados algum dia serão capazes de perdoar e permitir que o amor cure suas feridas?



Quinze contos inéditos escritos por grandes autores de ficção científica reunidos pela primeira vez num só volume.

Uma princesa de Marte e As crônicas marcianas, dos mestres Edgar Rice Burroughs e Ray Bradbury, foram clássicos que influenciaram a imaginação de milhões de leitores e mostraram que aventuras espaciais não precisavam se passar numa galáxia distante, a anos-luz da Terra  para serem emocionantes. Elas podiam ser travadas logo ali, no planeta vizinho.

Antes mesmo do programa Mariner e da corrida espacial, a imaginação já povoava nosso sistema solar com seres estranhos e civilizações ancestrais, nem sempre dispostos a fazer contato amigável com a Terra. E, de todos os planetas que orbitavam o nosso Sol, nenhum tinha uma aura de maior romantismo, mistério e aventura do que Marte.

Com contos escolhidos e editados por George R. R. Martin e Gardner Dozois, As crônicas de Marte retoma esse sentimento ao celebrar a Era de Ouro da ficção científica, um período recheado de histórias sobre colonizações interplanetárias e conflitos antigos.

Para essa missão, autores consagrados como Michael Moorcock, Mike Resnick, Joe R. Lansdale, S. M. Stirling, Mary Rosenblum, Ian McDonald, Liz Williams e James S. A. Corey foram convidados a revisitar o misterioso planeta vermelho, aqui representado como um destino exótico e desértico, com cidades em ruínas, civilizações impressionantes... e, é lógico, perigos inimagináveis.
Enfim, o bom e velho Marte está de volta.



Apenas meia guerra é travada com espadas. A outra metade é travada com palavras.

A princesa Skara vê todos os que ama morrerem na sua frente e o seu palácio ser consumido pelas chamas. Tudo o que lhe resta são palavras... Mas palavras podem ser tão letais quanto armas. Disposta a se vingar, ela enfrenta seus medos e aguça a inteligência, indo atrás de pai Yarvi.

O ministro de Gettland já percorreu um longo caminho desde a escravidão, fazendo aliados entre antigos rivais e estabelecendo uma paz instável. Porém, agora, a cruel avó Wexen arregimenta o maior exército desde que os elfos guerrearam contra a Divindade Única e põe Yilling, o Brilhante, como seu comandante – um homem que venera apenas a Morte.

Skara pode ser a peça que faltava para forjar de vez a aliança entre Gettland e Vansterland, alicerçada na fortaleza de seus antepassados, pronta a enfrentar a fúria do Rei Supremo. Nessa guerra, ela contará com o apoio de uma ministra inexperiente, mas leal, e de um matador imprudente que espera superar fantasmas de antigos conflitos sangrentos.

Neste último episódio da série Mar Despedaçado, finalista do British Fantasy Awards, Skara e Yarvi lideram a grande e aguardada batalha rumo a um desfecho inimaginável.



Um amor proibido, uma traição terrível, uma agressão selvagem. Um romance de força impressionante, que nos faz mergulhar nas contradições do Mississippi pós-Segunda Guerra Mundial.
Ao descobrir que o marido, Henry, acaba de comprar uma fazenda de algodão no Sul dos Estados Unidos, Laura McAllan, uma típica mulher da cidade, compreende que nunca mais será feliz. Apesar disso, ela se esforça para criar as filhas num lugar inóspito, sob os olhos vigilantes e cruéis de seu sogro.

Enquanto os McAllans lutam para fazer prosperar uma terra infértil, dois bravos e condecorados soldados retornam do front e alteram para sempre a dinâmica não só da fazenda, mas da própria cidade. Jamie, o jovem e sedutor irmão de Henry, faz Laura de repente renascer para a vida, enquanto Ronsel, filho dos arrendatários negros que trabalham para Henry, demonstra uma altivez que não será aceita facilmente pelos brancos da região.

De fato, quando os jovens ex-combatentes se tornam amigos, sua improvável relação desperta sentimentos violentos nos habitantes e uma nova e impiedosa batalha tem início na vida de todos.
Alternando a narrativa entre vários pontos de vista, este premiado romance oferece ao leitor diferentes versões dos acontecimentos. Os personagens, lutando por sentimentos de amor e honra num lugar e época brutais, se veem dentro de uma tragédia de enormes proporções e encontram redenção onde menos esperam.


Em A coroa da vingança, terceira e última aventura da série Deuses do Egito, Colleen Houck nos presenteia com um desfecho tão surpreendente e inspirado quanto o elaborado universo mitológico que criou.

Meses após sua pacata vida como herdeira milionária sofrer uma reviravolta e ela embarcar numa vertiginosa jornada pelo Egito, Lilliana Young está praticamente de volta à estaca zero.

Suas lembranças das aventuras egípcias e, especialmente, de Amon, o príncipe do sol, foram apagadas, e só resta a Lily atribuir os vestígios de estranhos acontecimentos a um sonho exótico. A não ser por um detalhe: duas estranhas vozes em sua mente, que pertencem a uma leoa e uma fada, a convencem de que ela não é mais a mesma e que seu corpo está se preparando para se transformar em outro ser.

Enquanto tenta dar sentido a tudo isso, Lily descobre que as forças do mal almejam destruir muito mais que sua sanidade mental – o que está em jogo é o futuro da humanidade.

Seth, o obscuro deus do caos, está prestes a se libertar da prisão onde se encontra confinado há milhares de anos, decidido a destruir o mundo e todos os deuses. Para enfrentá-lo de uma vez por todas, Lily se une a Amon e seus dois irmãos nesta terceira e última aventura da série Deuses do Egito.



O que você faria ao acordar de um coma? Voltaria para a antiga realidade? Ou começaria algo novo?
Eden Jones tem 17 anos e o futuro todo planejado. Com o apoio dos pais amorosos, do irmão gêmeo que a entende como ninguém e de Lucille, a melhor amiga de todas, sonha em estudar em Nova York e se tornar uma grande bailarina.

Então seu mundinho perfeito começa a desmoronar... Além de não se sair bem no primeiro teste para um balé importante, fica sem chão quando Lucille e seu irmão escondem dela que estão namorando.
Mas o destino achou que isso não era o bastante.

Eden passa por uma incrível experiência de quase morte, porém volta com muitas perguntas e não consegue retomar a vida.

As alucinações com flores negras e com a garota em coma na mesma ala do hospital onde esteve internada a levam a Joe, e só aí ela entende que não ter o controle das coisas pode ser libertador.



Sadie White acabou de se mudar com a mãe grávida para a cidade litorânea de Sea Breeze, mas seu emprego de verão não vai ser na praia. Como a mãe dela se recusa a trabalhar, Sadie vai substituí-la como empregada doméstica numa mansão na ilha vizinha.

Quando os donos da casa chegam para as férias, Sadie se depara com ninguém menos que Jax Stone, um dos roqueiros mais desejados do mundo. Se Sadie fosse uma garota normal – se ela não tivesse passado a vida cuidando da mãe e dos afazeres domésticos –, talvez estivesse impressionada com a ideia de trabalhar para um astro do rock. Mas ela não está.

Na verdade, é Jax quem fica atraído por ela. Tudo a respeito de Sadie o fascina, mas ele luta contra esse desejo: relacionamentos nunca funcionam em seu mundo e, por mais que ele queira Sadie, sabe que ela merece algo melhor. Conforme o verão passa, no entanto, essa paixão começa a deixá-lo sem fôlego – e é como se Sadie fosse a única pessoa capaz de lhe devolver o oxigênio.

Será que o amor entre os dois pode superar as diferenças em seus estilos de vida? Jax e Sadie vão precisar respirar fundo e mergulhar nessa relação para descobrir.



Dois personagens inesquecíveis – Claire Randall e Jamie Fraser – estão de volta com uma história de aventura e amor que atravessa séculos…

Claire Randall guardou um segredo por vinte anos. Ao voltar para as majestosas Terras Altas da Escócia, envoltas em brumas e mistério, está disposta a revelar à sua filha Brianna a surpreendente história do seu nascimento. É chegada a hora de contar a verdade sobre um antigo círculo de pedras, sobre um amor que transcende as fronteiras do tempo... e sobre o guerreiro escocês que a levou da segurança do século XX para os perigos do século XVIII.

O legado de sangue e desejo que envolve Brianna finalmente vem à tona quando Claire relembra a sua jornada em uma corte parisiense cheia de intrigas e conflitos, correndo contra o tempo para evitar o destino trágico da revolta dos escoceses. Mesmo com tudo o que conhece sobre o futuro, como será possível salvar a vida de James Fraser e da criança que carrega no ventre?

outubro 16, 2017



O mundo é agitado
ou será que é a minha mente?
(Haemin Sunim)


Há um tanto de especificidades no sistema de valores e crenças que você, acompanhado ou por si mesmo, começou um dia a seguir. Não é o caso de aqui legitimar ou por em descrédito um e outro sistema - até porque, à exceção dos que professam ideologias, não tenho a pretensão de argumentar contra o legado milenar de inúmeras civilizações e suas concepções acerca do sagrado e do transcendental; há, no entanto, nesta postagem, um interesse em apontar leituras que, à primeira vista, se propõem a resgatar aquilo que nos "torna humanos" - ou seja, tudo o que ainda é capaz de nos afastar de qualquer barbárie.

Aos que se interessam pela literatura do autoconhecimento, seja aquela centrada na psicologia ou na história das religiões, recomendo os seguintes lançamentos da Editora Sextante:



"Desejo que o tempo dedicado a este livro se torne um momento de reflexão e meditação em meio à sua vida agitada. Desejo que o inspire a se conectar com seu lado mais generoso e sensato. Que você seja feliz, saudável, tranquilo e esteja sempre protegido do sofrimento."

De tempos em tempos, surge um livro que, com sua maneira original de iluminar importantes temas espirituais, se torna um fenômeno tão grande em seu país de origem que acaba chamando a atenção e encantando leitores de todo o mundo.

Escrito pelo mestre zen-budista sul-coreano Haemin Sunim, As coisas que você só vê quando desacelera é um desses raros e tão necessários livros para quem deseja tranquilizar os pensamentos e cultivar a calma e a autocompaixão.

Ilustrado com extrema delicadeza, ele nos ajuda a entender nossos relacionamentos, nosso trabalho, nossas aspirações e nossa espiritualidade sob um novo prisma, revelando como a prática da atenção plena pode transformar nosso modo de ser e de lidar com tudo o que fazemos.

Você vai descobrir que a forma como percebemos o mundo é um reflexo do que se passa em nossa mente. Quando nossa mente está alegre e compassiva, o mundo também está. Quando ela está repleta de pensamentos negativos, o mundo parece sombrio. E quando nossa mente descansa, o mundo faz o mesmo.


Atenção Plena - Mindfulness
Mark Williams 

"Mais do que uma técnica de meditação, a atenção plena (ou nmindfulness) é um estilo de vida que consiste em estar aberto à experiência presente, observando seus pensamentos sem julgamentos, críticas ou elucubrações."

Com 200 mil exemplares vendidos, este livro e o cd de meditações que o acompanha apresentam uma série de práticas simples para expandir sua consciência e quebrar o ciclo de ansiedade, estresse, infelicidade e exaustão.

Recomendado pelo Instituto Nacional de Excelência Clínica do Reino Unido, este método ajuda a trazer alegria e tranquilidade para sua vida, permitindo que você enfrente seus desafios com uma coragem renovada.

Mais do que uma técnica de meditação, a atenção plena (ou mindfulness) é um estilo de vida que consiste em estar aberto à experiência presente, observando seus pensamentos sem julgamentos, críticas ou elucubrações.

Ao tomar consciência daquilo que sente, você se torna capaz de identificar sentimentos nocivos antes que eles ganhem força e desencadeiem um fluxo de emoções negativas – que é o que faz você se sentir estressado, irritado e frustrado.

Este livro apresenta um curso de oito semanas com exercícios e meditações diárias que vão ajudá-lo a se libertar das pressões cotidianas, a se tornar mais compassivo consigo mesmo e a lidar com as dificuldades de forma mais tranquila e ponderada.

Você descobrirá que a sensação de calma, liberdade e contentamento que tanto procura está sempre à sua disposição – a apenas uma respiração de distância.


Greg McKeown

"Quando tentamos fazer tudo e ter tudo, realizamos concessões que nos afastam da nossa meta. Se não decidimos onde devemos concentrar nosso tempo e energia, outras pessoas - chefes, colegas, clientes e até a família - decidem por nós, e logo perdemos de vista tudo o que é significativo." 

Se você se sente sobrecarregado e ao mesmo tempo subutilizado, ocupado mas pouco produtivo, e se o seu tempo parece servir apenas aos interesses dos outros, você precisa conhecer o essencialismo.

O essencialismo é mais do que uma estratégia de gestão de tempo ou uma técnica de produtividade. Trata-se de um método para identificar o que é vital e eliminar todo o resto, para que possamos dar a maior contribuição possível àquilo que realmente importa.

Quando tentamos fazer tudo e ter tudo, realizamos concessões que nos afastam da nossa meta. Se não decidimos onde devemos concentrar nosso tempo e nossa energia, outras pessoas – chefes, colegas, clientes e até a família – decidem por nós, e logo perdemos de vista tudo o que é significativo.

Neste livro, Greg McKeown mostra que, para equilibrar trabalho e vida pessoal, não basta recusar solicitações aleatoriamente: é preciso eliminar o que não é essencial e se livrar de desperdícios de tempo. Devemos aprender a reduzir, simplificar e manter o foco em nossos objetivos.

Quando realizamos tarefas que não aproveitam nossos talentos e assumimos compromissos só para agradar aos outros, abrimos mão do nosso poder de escolha. O essencialista toma as próprias decisões – e só entra em ação se puder fazer a diferença.


Rubens Teixeira

Se você não nasceu em berço de ouro, se não pôde estudar nas melhores escolas, se ainda não conseguiu entrar para uma boa universidade, se ainda não tem um bom emprego, se não tem ou não teve o apoio da família, se não teve oportunidades, se sofre algum tipo de preconceito, se é tímido ou inseguro – nada disso é impedimento para que você vença na vida.

Talvez tenha que se esforçar mais do que os outros no início, dormir menos horas por dia, abrir mão de períodos de lazer e ser mais estratégico para aproveitar todos os recursos que tem a seu dispor. O seu caminho pode não ser fácil, mas certamente ele é possível se você acreditar em si mesmo e agir para realizar seus sonhos.

Quem tem tudo de mão beijada muitas vezes não valoriza as próprias conquistas e talvez se considere tão seguro nas disputas que isso chega a representar uma desvantagem, porque os menos favorecidos estarão batalhando a cada segundo pela vitória e aproveitando as brechas que surgirem para mostrar seu valor.

Para vencer quando não é o favorito, você deverá refletir sobre temas importantes em sua conduta e em sua capacidade analítica do ambiente em que vive. Terá que examinar quais são seus pontos fortes e fracos, o que tem a seu favor e o que pode representar um empecilho. São as escolhas individuais certas, aliadas ao esforço pessoal, que trarão a sensação de que é possível enfrentar as circunstâncias adversas.


William Douglas e Flavio Valvassoura 

"Esperamos que vitória do jovem Davi sobre o temido filisteu seja uma inspiração para sua vida daqui por diante. E que as lições dessa história o ajudem a vencer os gigantes que você escolher enfrentar - e aqueles que ousarem aparecer à sua frente." 

Além de ser uma inspiradora história sobre coragem e superação, a luta entre Davi e Golias tem muito a nos ensinar sobre a vida cotidiana e a maneira como lidamos com nossos problemas.

Assim como o jovem hebreu, nós também enfrentamos gigantes e encaramos desafios que parecem maiores do que nós. Eles podem assumir a forma de conflitos no trabalho, crises conjugais, problemas de saúde, dificuldades financeiras, etc.

Mas, da mesma forma que Davi, podemos usar habilidades e estratégias específicas para vencer nossos "inimigos".

William Douglas, consagrado coautor de As 25 leis bíblicas do sucesso, e Flavio Valvassoura mostram neste livro como usar a sabedoria de Davi (e os erros de Golias) para superar nossos medos e derrubar nossos gigantes. Você aprenderá também que:

- O tamanho de sua atitude vale mais do que o tamanho do seu problema.
- O medo de enfrentar um desafio acaba tornando-o maior.
- Menosprezar seu oponente pode fazer você ser derrotado.
- Tão importante quanto conhecer os Golias do exército adversário é reconhecer os Davis entre nossos próprios soldados.
- Ter estratégia também significa evitar confrontos desnecessários.
- Enfrentar gigantes é uma oportunidade de crescer.
- Desafios maiores trazem recompensas melhores.


outubro 15, 2017


“Então, acredite: o amor,
o amor completo,
é quando você quer o outro sempre perto.
Só isso” 
(pág. 18)

Há muitas formas de se contar uma história e o formato de como isso ocorre depende muito de como o autor prefere ou consegue se expressar. As melhores histórias são sempre aquelas que nos fazem sentir o que está sendo descrito, são aquelas que conseguem nos transportar para a vida de outra pessoa, seja ela fictícia ou não, e isso é privilégio para poucos. 

Não são muitos os autores que eu já li e que me passaram a impressão de que escrevem com o coração na ponta dos dedos. Ique Carvalho é um desses raros e me sinto realmente abençoada por conhecer o seu trabalho. Em Trago seu amor de volta sem pedir nada em troca, publicado pela Editora Sextante, Ique mais uma vez conseguiu me arrebatar durante a leitura, me fazendo sentir cada linha escrita, como se fosse comigo o que estava se passando.

Contar uma história através de crônicas requer uma certa capacidade de se desprender dos próprios sentimentos para expô-los e aqui, Ique faz isso com maestria e simplicidade. Através de suas palavras, conhecemos a sua luta e a de seu pai, vítima de uma doença neurodegenerativa sem cura, fato que junto a um término de namoro doloroso desestruturou a vida de Ique.

Muita coisa muda na nossa vida quando sabemos que corremos contra o tempo e Ique percebeu isso, a ponto de se dedicar com amor e carinho ao pai enquanto viam sua capacidade motora se esvair aos poucos. Paralelamente ao que se passava em seu lar, Ique seguiu com sua vida amorosa até encontrar a sua atual namorada, uma mulher que entende o que está passando e o apóia incondicionalmente, algo que ele parece nunca ter encontrado antes.

Suas crônicas são viscerais, trazendo à tona nossos maiores medos, angústias, mas também a esperança de que algo melhor sempre vem, ainda que sejamos atingidos pela dor da perda e não saibamos como reagir a ela.


“Você quer passar a vida inteira procurando alguém perfeito
ou alguém que te ame por inteiro?” – pág. 51. 

“Você é feito da soma dos momentos inesquecíveis que viveu e das pessoas que conheceu” – pág. 62.

“Ser mulher neste mundo deve ser foda.
E o mais incrível de toda essa história
é que, no final, você ainda continua cheirosa, linda e corajosa.
E pronta para sorrir novamente e viver.
Porque essa é a beleza do amor que ninguém pode tirar de você” – pág. 87.


“O que realmente muda a sua vida
são as escolhas
que você faz todos os dias” – pág. 120.

“No amor e na vida, quem quer vai atrás e conquista.
Para sempre
ou mais um dia” – pág. 136.

“Por mais que eu sinta falta, sei que ele nunca mais vai voltar.
Durante anos, pensei que não poderia viver com essa ideia.
Mas hoje eu posso sentir que ele pode viver com as estrelas, e eu aqui.
Porque uma parte do nosso amor está com ele, mas a outra ficou em mim” – pág. 215.

Repleto de sensibilidade e doçura, Ique aborda temas como perdas, términos, recomeços, dores, amores e desamores, amor-próprio e ao próximo de uma forma delicada, nos emocionando a cada página virada e deixando ao final da leitura a certeza de que amar vale a pena, sempre.

A edição está linda, com a capa texturizada e trechos do livro em destaque entre um texto e outro, além de uma trilha sonora incrível que nos deixa completamente envolvidos enquanto lemos e ouvimos – ele já abre o livro com a minha música favorita de todos os tempos, da minha banda favorita do mundo todo. Tem como não amar? Não tem.

Apenas pisco três vezes.



Sinopse: A vida de Ique Carvalho era tranquila e parecida com a de muitos jovens de Belo Horizonte, sua cidade natal. Ele morava com os pais e os irmãos, era apaixonado pela namorada e trabalhava na agência de publicidade da qual era sócio. Suas impressões sobre o cotidiano iam para o blog The Love Code, onde podia dar vazão ao seu talento para escrever. Até que, em 2013, dois fatos fizeram tudo virar de ponta-cabeça.

Na mesma semana, seu namoro teve um fim traumático e o pai recebeu o diagnóstico de uma doença degenerativa grave, que o mataria aos poucos. Sem chão e em meio a um turbilhão, foi no blog que encontrou refúgio para expressar seus sentimentos.

Os textos fortes e genuínos acabaram viralizando, popularizando o site e dando a Ique milhares de fãs e seguidores. Suas palavras possuem o incrível dom de ser, ao mesmo tempo, simples e profundamente verdadeiras, traduzindo o que há de mais puro e desejável no amor.

Essa mesma capacidade de causar impacto e despertar as emoções dos leitores permeia as reflexões tocantes de Trago seu amor de volta, seu aguardado segundo livro solo. Ique mais uma vez demonstra sua vocação única como cronista do amor em todas as suas expressões.

setembro 05, 2017


Eu apenas acho que todo mundo tem que conhecer esse livro do Ique. Apenas <3
Trechinho:

"Meus pais completaram 47 anos de casados dia 2 de junho de 2015.
Eles sempre dançaram nesse dia.
Meu pai não consegue mais se levantar.
Minha mãe entrou no quarto e colocou a música que eles dançavam.
Ela disse: “Meu filho, traz a cadeira de rodas.”
Eu perguntei: “O que você vai fazer?”
Ela respondeu: “Vou fazer o que seu pai faria por mim.”
Eu busquei a cadeira de rodas.
Minha mãe colocou meu pai na cadeira.
Ela se ajoelhou ao lado dele e disse: “Vamos dançar.”
Abraçou meu pai e fez a cadeira girar.
Ela ficou ajoelhada a música toda. Meu pai chorava e ria ao
mesmo tempo.
Eles ficaram ali dançando e se divertindo.
Eu voltei para o meu quarto chorando. Abri o notebook e resolvi
escrever este texto.
Porque vejo o mundo distorcendo ou complicando demais o amor.
Um monte de gente dizendo:
“Fique com alguém que faz isso, que faz aquilo, que te dê isso, que não sei o que mais.”
Esse monte de regras e exigências são coisas criadas pela cabeça.
E, meu velho, não sei se você sabe, mas o amor é criado pelo coração.
O resto é ilusão.
Então, acredite: o amor,
o amor completo,
é quando você quer o outro sempre perto.
Só isso."


Trago seu amor de volta sem pedir nada em troca - Ique Carvalho
O que é o amor? O amor não é uma pergunta. É a resposta para tudo.

A vida de Ique Carvalho era tranquila e parecida com a de muitos jovens de Belo Horizonte, sua cidade natal. Ele morava com os pais e os irmãos, era apaixonado pela namorada e trabalhava na agência de publicidade da qual era sócio. Suas impressões sobre o cotidiano iam para o blog The Love Code, onde podia dar vazão ao seu talento para escrever. Até que, em 2013, dois fatos fizeram tudo virar de ponta-cabeça.

Na mesma semana, seu namoro teve um fim traumático e o pai recebeu o diagnóstico de uma doença degenerativa grave, que o mataria aos poucos. Sem chão e em meio a um turbilhão, foi no blog que encontrou refúgio para expressar seus sentimentos.

Os textos fortes e genuínos acabaram viralizando, popularizando o site e dando a Ique milhares de fãs e seguidores. Suas palavras possuem o incrível dom de ser, ao mesmo tempo, simples e profundamente verdadeiras, traduzindo o que há de mais puro e desejável no amor.

Essa mesma capacidade de causar impacto e despertar as emoções dos leitores permeia as reflexões tocantes de Trago seu amor de volta, seu aguardado segundo livro solo. Ique mais uma vez demonstra sua vocação única como cronista do amor em todas as suas expressões.


Outros lançamentos bacanas deste mês de setembro:


Tudo começa com a comida - Dallas Hartwig

E se existisse um programa alimentar simples e fácil de seguir, que incluísse comida de verdade e não contasse calorias, mas melhorasse a composição corporal, os níveis de energia, o sono, o humor, a capacidade de concentração e a qualidade de vida?

Que também ajudasse a eliminar a vontade de comer besteiras e ainda diminuísse o risco de desenvolver a maioria das doenças relacionadas ao estilo de vida, como diabetes, doenças cardiovasculares e doenças autoimunes?

Você seguiria algo assim? Então prepare-se para experimentar o programa Whole30.

O segredo para a saúde plena está no que você come e na relação que tem com a comida. É por isso que essas são as bases do Whole30, um poderoso plano nutricional de apenas 30 dias capaz de desintoxicar o corpo e restaurar por completo sua saúde.

Com ele, você poderá equilibrar seu metabolismo, curar seu trato digestivo, acalmar a inflamação sistêmica, melhorar o sistema imunológico e colocar um ponto final nos hábitos prejudiciais e nas compulsões alimentares.

Tudo começa com a comida é o seu guia nessa mudança de vida.

Com um plano de refeições simples e receitas fáceis e saborosas, vai ser fácil aprender como eliminar os alimentos prejudiciais e consumir mais refeições nutritivas, além de conhecer as estratégias para que os benefícios alcançados se mantenham a longo prazo.


O Caminho do Artista - Julia Cameron

O caminho do artista reúne uma série de exercícios, reflexões e ferramentas para ajudar você a despertar sua criatividade, recuperar a autoconfiança e se livrar dos bloqueios criativos.

Organizadas num programa de 12 semanas, essas técnicas vão guiá-lo por uma viagem de autodescoberta, ajudando-o a enfrentar seus medos, crenças e inseguranças – os maiores obstáculos para quem deseja expressar qualquer forma de arte.

Este livro desmistifica a ideia de que o processo criativo precisa ser sofrido e extenuante, embora ele requeira uma boa dose de persistência e prática. Com este método, você vai aprender a abandonar as desculpas que o impedem de transformar suas ideias em realidade.

Você vai descobrir como criar com mais liberdade e menos autocrítica, usando de forma consciente o potencial criativo que estava represado até agora.

Conheça alguns conceitos apresentados aqui:

• Páginas matinais: Você deve escrever três páginas por dia, com pensamentos em livre associação. Isso vai reforçar sua prática e diminuir a força da sua crítica interna.

• Encontro com o artista: Tire um tempo para si mesmo, aproveitando esses momentos para fazer algo que aguce sua imaginação.

• O artista-sombra: Muitas pessoas escondem seu talento e vivem à sombra de outros artistas ou escolhem trabalhos próximos à carreira artística desejada, como jornalistas que sonham ser escritores.

• Criatividade x Espiritualidade: Em última análise, o caminho do artista é um caminho espiritual, pois nos leva a entrar em contato com nosso eu mais profundo e a nos tornar pessoas (e não apenas artistas) melhores.

Esta é uma obra fundamental para escritores, poetas, pintores, músicos e qualquer pessoa que deseje trazer um pouco mais de inspiração à sua vida.

agosto 17, 2017


Conhecer a história de vida de alguém através de uma biografia, é sempre uma experiência enriquecedora que muitas vezes nos leva a um outro tempo e lugar. Mas, raramente isso é possível com a pessoa que inspirou tal biografia ainda viva. Ter esse privilégio é como conhecer de perto uma lenda viva e fazer parte da sua história. Foi assim que me senti ao ler Maurício – A história que não está no gibi, primeira publicação do selo Primeira Pessoa do grupo editorial Sextante.

Difícil não se emocionar ou se envolver com a história de alguém que contribuiu para que eu me tornasse uma leitora tão voraz, alguém que está tão em pauta nos dias atuais quanto estava durante a minha infância e antes que eu chegasse ao colo da minha mãe. Alguém, que eu nem conheço pessoalmente (ainda!), mas com quem tenho uma afinidade sem explicação!!! Meus caros, é impossível segurar essa emoção e o envolvimento quando a pessoa é tão palpável, tão próxima de seu público, quanto Maurício de Sousa consegue ser.

Maurício nasceu em Santa Isabel, cidade situada na região do Alto Tietê em São Paulo, que até hoje tem ares de cidade do interior apesar da proximidade com a metrópole paulista. Mas, logo teve de dividir a infância entre Mogi das Cruzes, uma das maiores cidades da região do Alto Tietê e a capital paulista em idas e vindas dos pais, numa tentativa de melhorar de vida – como ainda é feito nos dias de hoje! Ainda na infância descobriu os quadrinhos, que foram a porta de entrada não apenas para sua alfabetização, como também para o desenrolar de sua habilidade como desenhista. Habilidade que lhe custou a formação no ensino médio, já que em um momento de “descuido”, foi pego por um professor que lhe reprovou em sua matéria durante alguns anos, até Maurício desistir de continuar seus estudos, algo que não era incomum na época.

Trabalhando desde criança em diversas ocupações, passou por muitas “profissões” até conseguir chegar ao posto que queria ocupar, recebendo “nãos” de pessoas “entendidas” profissionalmente do ofício de desenhista. Mas, Maurício se recusava a desistir, apenas continuou aprimorando sua técnica e conhecimento até a oportunidade perfeita surgir.

“A história, o mundo está cheia de ‘nãos’ que podiam fazer sentido para quem os disse, mas que depois se revelaram estupendas bolas fora. A gravadora Decca recusou os Beatles por julgar que eles nunca teriam futuro na música e muito menos aceitação do público. Criadora do bruxo Harry Potter, J. K. Rowling levou mais de 10 nãos antes de encontrar a editora que publicaria seu primeiro livro. Walt Disney foi demitido de um jornal sob a alegação de ter pouca imaginação e nenhuma ideia original. Mesmo batendo no muro, nenhum deles desistiu” – pág. 12.


Dono de uma personalidade forte, Maurício nunca desanimou diante das negativas que recebeu, apenas aceitou pegar atalhos ou caminhos inesperados que o levariam a conquistar uma oportunidade, contando para isso com a ajuda e apoio não só da família, como de pessoas que enxergavam nele o potencial futuro e ao longo do tempo, de pessoas que apostavam em seu talento e carisma pessoal, afinal seus quadrinhos falam uma língua universal, compreendida em qualquer lugar do mundo. E nesse relato, ele nos mostra de forma humilde e generosa, como alcançou corações de crianças do mundo inteiro, em locais impensáveis para ele quando deu início ao trabalho como jornalista (na época não era necessário cursar Faculdade para ser jornalista, bastava escrever bem e ser esperto para captar o que podia ser de interesse do público leitor, algo em que o Maurício já era pós-graduado com tão pouca idade), trabalho esse que lhe abriu as portas para a prática do desenvolvimento de desenhos e em pouco tempo tirinhas que se transformaram em sua marca pessoal.

“Duas lições me acompanhariam vida afora. A primeira é que queimar pontes nunca é bom negócio para ninguém. Isso só gera desgaste, ruptura, isolamento, oportunidades perdidas. A segunda é que, como meu pai, também gosto de estar certo. Mas, se não estiver, ao contrário dele, hoje eu incentivo as pessoas a demonstrarem onde está o erro no meu modo de pensar ou de fazer as coisas. Eu gosto de ser convencido, de que me apontem um caminho melhor do que aquele que eu tinha sugerido” – pág. 37.

Nessa autobriografia, ele nos conta como seus dez filhos inspiraram personagens que adentraram a casa das famílias brasileiras em períodos difíceis do governo brasileiro e da educação religiosa, que durante muito tempo exigiu o fim das revistas infantis por considerar seu conteúdo impróprio e abusivo. Nesse cenário similar à Inquisição Espanhola, Maurício conseguiu destoar de muitos autores de gibis ao demonstrar uma capacidade incrível de escrever e mostrar como a infância pode ser boa e divertida, conseguindo de certa forma um indulto da Igreja para continuar distribuindo suas histórias.

“Jamais tive crise de criatividade. A maioria das histórias sempre veio num jorro, como se já estivessem escritas em algum lugar do cosmos e eu as captasse e colocasse no papel” – pág. 64.

Com o tempo, Maurício aprendeu não apenas a desenvolver personagens, como também a expandir seus negócios, transformando sua marca num negócio lucrativo e de fácil acesso a todas as crianças através do desenvolvimento de produtos, brinquedos, peças de teatro, filmes e qualquer coisa que possa nos lembrar de sua turminha. Também desenvolveu com o tempo, o crescimento de seus personagens, que hoje podem ser vistos tanto na infância, com os clássicos gibis, quanto nas revistas da Turma da Mônica Jovem que resgatou um público que ama a turminha, mas que já não compreendia suas tramas ou se envergonhava de ler as histórias clássicas de Mônica, Cebolinha, Magali, Cascão e Chico Bento, em suas travessuras infantis, transformando-se imediatamente em um sucesso de vendas no país que é tão duramente criticado pela falta de incentivo à leitura às novas gerações.

Acompanhar a trajetória de Maurício, é conhecer também um pouco da história do nosso país nesses últimos oitenta anos ao menos, onde através de situações que ele e a família enfrentaram, podemos ter um vislumbre dos costumes, da política e do desenvolvimento do pensamento artístico e social ao longo do tempo, além de observar o amadurecimento de uma mente criativa e a visão de um empreendedor que não deixa escapar oportunidades, não para angariar mais lucro (o que convenhamos, se ele decidisse usar a partir de hoje o que já foi produzido até então, não precisaria mais inovar ou desenvolver nada para isso, seu portfólio fala por si só), mas para responder a um desafio que o move desde que ele pode se lembrar: porque não?

“Com mais de 80 anos, uma pessoa já passou por tanta coisa que tem toda a consciência de que certos comportamentos ou reações não valem a pena, como se estressar por algo que, de um jeito ou de outro, será resolvido e voltará ao normal. Por outro lado, essa pessoa também aprendeu que as coisas mais importantes da vida estão associadas à família, à simplicidade, à solidariedade e ao amor” – pág. 221.

Sinto que, por mais que eu fale e elabore a respeito, não estou fazendo jus à essa leitura. Não apenas movida por um sentimento de reverência por falar de alguém que admiro, mas porque Maurício merece mais, sua história merece mais. Ler sua biografia me fez sentir como se estivesse sentada em seu estúdio, observando-o trabalhar enquanto batemos papo, como se fôssemos amigos de longa data, sem frescura nem rebuscamento na linguagem. Uma simples, honesta e gentil conversa.

Espero que você aí do outro lado, possa ter essa oportunidade também, de rir e se emocionar com esse genial e fabuloso ser humano ao conhecer a sua jornada, porque ele está contando-a para você!!!

“Em última instância, sou um sobrevivente, um homem que começou do nada, realizou seu sonho e não quer desistir dele de jeito nenhum.
Enquanto eu estiver por aqui, saiba que foi você quem sempre alimentou meus sonhos. Depois que eu partir, não se esqueça de que ideias e também sonhos improváveis, é que movem o mundo. De um jeito ou de outro, sempre estarei com vocês”
– pág. 300.


agosto 09, 2017

Organização, trabalho, estratégia e descanso. Dentre os lançamentos de Agosto da Sextante, estes são alguns pilares pra que nossos planos saiam do papel e façam parte de nosso dia.

Vamos conhecer os lançamentos?



Com o humor e a clareza que os tornaram populares no mundo inteiro, Allan e Barbara Pease apresentam as explicações científicas por trás da chamada Lei da Atração, mostrando por que (e como) atraímos para nossa vida aquilo em que mais pensamos.

Conquistar o que você deseja é mais uma questão de escolha do que de talento ou sorte. Se você não consegue realizar seus sonhos ou evoluir na direção que procura, está na hora de conhecer as verdadeiras regras da vida e virar o jogo a seu favor.

Com décadas de experiência em estudos do comportamento humano, os autores ensinam como reprogramar nossos pensamentos, influenciar positivamente o mecanismo cerebral envolvido nesse processo e adotar uma mentalidade voltada para a realização – e não para o medo do fracasso.

Se você deseja alcançar um objetivo ou mudar algo na sua vida e não sabe por onde começar, este livro vai mostrar o que você precisa saber para dar o primeiro passo.



Conhecer a Reserva por dentro, vasculhar suas entranhas, mergulhar em sua efervescência, acreditem, é uma experiência sublime. Recomendo que marquem uma visita e façam um tour pelo Centro de Distribuição, em São Cristóvão, e se preparem para viver um turbilhão de emoções. Basta um diazinho, algumas horas! Será como assistir a um documentário ou a um filme de ação, ou passear na Disneylândia.

Quando o parceirão e fundador Rony Meisler me convidou para editar o livro que ele escrevera contando os 10 anos de vida da marca, bolei. Caramba, como embalar isso tudo? Na verdade, a Reserva é inexplicável, assim como o Rony é inexplicável. Foi José Júnior, do AfroReggae, quem nos apresentou, há oito anos. Antes, me alertou: “Esse cara que você vai conhecer já passou do estágio de genial...” Uma ótima forma de descrevê-lo.

Nesse período de imersão na casa do famoso pica-pau que estampa suas peças, conheci uma empresa que se preocupa com a fome e o futuro do planeta, mas que não espera a solução cair do céu. Na Reserva, o time monta na bike e parte para o confronto. O saldo tem sido positivo e o futuro tem a cauda longa. O que é a Reserva: uma ONG, uma sinagoga, uma seita, uma escola, uma causa? Ah, é uma marca de roupa? Esse detalhe me escapou. Mil perdões, Rony! – Sergio Pugliese



Este livro comprova mais uma vez por que Philip Kotler é considerado o pai do marketing moderno. Em seu livro anterior, ele explicou a transição do marketing orientado ao produto (1.0) para o focado no consumidor (2.0) e então para o centrado no ser humano (3.0), em que produtos, serviços e culturas empresariais devem adotar e refletir valores humanos para serem bem-sucedidos.

Agora, junto com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, Kotler examina as importantes transformações na passagem do marketing tradicional para o digital (4.0). Eles mostram não só como a conectividade alterou de forma radical o modo como vivemos, mas como entender os caminhos do consumidor na era digital e adotar um conjunto novo de métricas e práticas de marketing.

Para alcançar o sucesso em um ambiente tão mutável, complexo e competitivo, o marketing deve guiar o consumidor ao longo de uma jornada que começa na apresentação e assimilação da marca e termina na fidelização total. Este livro ensina você a identificar as novas tendências e aplicações do marketing digital para compreender melhor:

- Como o peso da opinião de familiares e amigos alterou o caminho do consumidor, que agora passa pelos cinco As (assimilação, atração, arguição, ação e apologia)
- Qual é o papel das subculturas digitais mais ativas na defesa da marca – jovens, mulheres e netizens (cidadãos da internet)
- De que maneira o marketing on-line e o off-line devem se complementar para proporcionar ao cliente um envolvimento mais profundo
- Como o marketing de conteúdo aumenta a curiosidade pela marca ao criar valor para o consumidor



Pioneiro em demonstrar os benefícios da atenção plena (mindfulness) na terapia de redução do estresse, Jon Kabat-Zinn convida você a transformar a maneira como se relaciona com seus pensamentos e sentimentos, acalmando o barulho interno e despertando para o momento presente. Inclui um CD com cinco meditações guiadas para a prática da atenção plena.

Neste livro, Jon Kabat-Zinn oferece instruções, respostas e reflexões tanto para quem já conhece as técnicas quanto para quem está começando a trilhar esse caminho. Por meio de uma compilação valiosa de recursos essenciais à prática da meditação, ele ensina:

- O valor de trazer a atenção ao corpo e aos sentidos.
- Como nos libertamos da tirania dos pensamentos.
- Como ver além da narrativa que a nossa mente conta.
- Como estabilizar a atenção em meio às atividades do dia a dia.
- Quais são os três principais fatores mentais que causam sofrimento.
- Como usar a meditação para enfrentar o estresse, a dor e as doenças.
- Como entrar em contato com a plenitude que já somos.


Pílulas de bem-estar - Daniel Martins de Barros

Com base em sólidas evidências científicas, o psiquiatra e professor Daniel Martins de Barros reuniu 84 dicas para melhorar nossa qualidade de vida. Seu foco é estimular atitudes mentais e comportamentos que ajudem a emagrecer, dormir melhor, estimular a mente e ter relacionamentos saudáveis.

Simples e bem-humoradas, suas pílulas de bem-estar mostram como incorporar hábitos benéficos e evitar os prejudiciais em sete áreas fundamentais:

• Pílulas para emagrecer: apresentam formas de mudar padrões que nos condicionam a comer mais ou pior.

• Pílulas para dormir: novos estudos apontam como ter um sono melhor e recarregar as energias.

• Pílulas da inteligência: revelam as peças que o cérebro nos prega e desenvolvem a memória, a criatividade e a inteligência emocional.

• Pílulas da felicidade: buscam aumentar nosso nível de satisfação geral com a vida e mostram que não existe uma vacina contra a tristeza.

• Pílulas calmantes: ajudam a lidar com situações difíceis e a evitar emoções negativas, reduzindo o estresse, a ansiedade e a raiva.

• Pílulas do amor: trazem descobertas que auxiliam tanto no começo do namoro quanto na manutenção de relacionamentos longos.

• Pílulas da longevidade: pesquisas recentes indicam os melhores caminhos para aumentar a expectativa de vida.

Aliando a ciência ao cotidiano, o autor apresenta ainda quatro pílulas mágicas, que ganharam esse nome por serem eficazes em todas as áreas. São lições essenciais para quem deseja viver mais e melhor. E sem efeitos colaterais.
julho 10, 2017


"A sociedade costuma ignorar os introvertidos. Idolatramos os indivíduos falantes e os que são o centro das atenções, como se fossem modelos que todos devessem imitar. Chamo a isso de o Ideal da Extroversão. Trata-se da crença de que todos devemos ter raciocínio rápido, ser carismáticos, adorar correr riscos e preferir agir a refletir. É o Ideal da Extroversão que pode nos dar a impressão de que há algo de errado conosco por não nos sentirmos melhor em um grande grupo. Essa força é especialmente poderosa na escola, onde os alunos mais comunicativos costumam ser mais populares e os professores premiam os estudantes que levantam a mão na sala de aula."

Antes de qualquer coisa, assista a TED Talk da autora Susan Cain <3


Susan Cain é uma autora norte-americana conhecida pelos bestsellers O Poder dos Quietos e O Poder dos Quietos para jovens, ambos dedicados ao tema da introversão e da timidez, especialmente em nossa cultura empresarial e acadêmica do século 21, onde espera-se que a extroversão seja o comportamento dominante, em detrimento a inúmeras nuances de expressão e pensamento.

A vontade de divulgar este livro aqui no Blog surgiu quando me encaminharam um anúncio de emprego onde determinada empresa solicitava aos candidatos não apenas uma foto e um resumo profissional por escrito, mas também (e principalmente) uma apresentação em vídeo contando "um pouco de si" e de seu interesse pela marca. 

A gente até entende que o desemprego é gigante e a concorrência maior ainda, e que por isso é preciso "reinventar" processos seletivos e adicionar critérios de escolha baseados (acima de tudo) na afinidade do prestador de serviço com a marca; no entanto, cabe a interrogação: apenas os candidatos extremamente simpáticos no Youtube e nas redes sociais estarão aptos a conseguir um trabalho assim?

Não sei se esse é um debate que acontece fora das grandes capitais, mas aqui no Rio o apelo pela extroversão chega a ser abusivo. Porque é preciso ter sempre uma opinião sobre tudo, ter sempre aquela vontade de conhecer gente nova e lugares novos, e também saber onde e quando vai rolar aquele eventinho legal pra reunir os amigos, enfim, inúmeras demandas comportamentais que já deixam implícito o fato de que uma pessoa legal é aquela que está sempre disposta à colaboração e à sociabilidade de grupo a todo o tempo. Pode parecer exagero, mas dia desses ouvi de uma professora da Pós a máxima de que aptidão e técnica não são essenciais, pois o que importa é que a personalidade do candidato esteja alinhada ao pensamento e interesses do grupo no qual está naquele momento inserido.

Ou seja, não é um problema se a pessoa que está se candidatando a uma vaga no setor de marketing ou administrativo mal sabe abrir o Word (sim, isso existe, e como existe!) se o candidato for boa gente e logo de primeira já se enturmar com a equipe. Afinal, pra quê lidar com planilha e Photoshop se o nerd da baia ao lado vai ter o maior prazer em ajudar você?

Ahhhh, é só uma planilha, vai. Porfavorzinho, nerd <3

O que importa é a colaboração!

O espírito de equipe. 

E olha, na sexta o chefe vai pagar o chopp, vê se vai hein, nerd, não custa nada.

...


Ser introvertido nem sempre é sinônimo de antipatia, mas pode ser um indício de que o comportamento da maioria da sala de aula e do escritório não esteja em sintonia com o seu, assim como também é possível que este não seja o melhor curso e graduação, e tampouco o melhor emprego pra você.

Porém, como nem sempre estamos com o planejamento financeiro em dia para largar tudo e vivermos de café, pijama, livros e alguma grana no fim do mês, precisamos encontrar algum equilíbrio (mental, existencial) e aprender a sobreviver neste mundo que não para de falar. Cada. Vez. Mais. ALTO.

E é nesta busca por equilíbrio que entra a literatura de autoajuda, ou do autoconhecimento, que nos comunica ideais por vezes muito óbvios, e que justamente por isso menosprezados em nossas observações diárias. Eu sei, você também deve se perguntar quanto a validade de informações e conselhos assim; mas a questão é: duvidamos porque fomos ensinados (principalmente na universidade) a não ter interesse por autores e obras "não eruditas" ou porque realmente não nos identificamos com este tipo de conteúdo?

Mas voltando a Susan Cain, uma de suas frases preferidas é de autoria de Gandhi, uma de suas personalidades (introspectivas) preferidas: "É possível mudar o mundo de forma gentil". E realmente, a gentileza (assim como a calma e a prudência) é algo que nossa geração parece a todo momento esquecer, já que falamos cada vez mais alto, e interrompemos o movimento do mundo com aquilo que julgamos mais importante, porque afinal "a minha dor é maior que a sua, daí o grito", ainda que não percebamos que, com este grito, inúmeras pessoas ao nosso redor (que igualmente passam por situações dolorosas) estejam silenciando, justamente por não conseguirem coragem e pulmões suficientes para também serem ouvidas.

Em seu livro, Susan Cain também aponta que a incessante luta (politica, social e acadêmica) para derrubar o individualismo (há uma distinção aqui: não estamos falando de 'egoísmo') é nada mais que uma afronta à nossa privacidade. E, de muitos modos, à nossa liberdade. É claro que, de algum modo, é pertinente ao ambiente escolar e do trabalho promover interações e dinâmicas coletivas; porém, é preciso ter consciência de que a imposição de atividades acadêmicas em grupo (onde, convenhamos, apenas um ou dois escrevem e pesquisam enquanto o restante dos alunos apenas lê a papelada durante a apresentação do "grupo" em sala de aula) assim como o ambiente de trabalho compartilhado, em espaços "integrados", onde não há paredes e "tampouco hierarquia", nem sempre produzirão um efeito positivo em seus participantes, isso pra não mencionarmos a produtividade por vezes duvidosa que resulta de muitas dessas situações de dinâmica.

A luta para que sejamos cada vez mais seres sociais e cada vez mais expostos talvez seja O Mal que mais nos atinge. Afinal, a necessidade de estarmos sempre presentes, e sempre pertencentes a uma causa, coletivo ou cisma faz com que as pessoas percam esta habilidade "quase inata" de saber estar sozinho, de gostar e saber lidar consigo mesmo, com suas dúvidas, sonhos e pensamentos, e de saber se virar e sobreviver - sim, sozinho - nesta vida real que não nos deixa imunes aos dramas e atropelos.

Sim, porque é hipocrisia dizer que amamos todos e todas as coisas; sejamos sinceros: no final de contas, amamos aquilo e quem estiver em afinidade conosco, e alinhado com o que cremos e desejamos ser em determinado momento de nossas vidas. Quanto às demais pessoas e causas e coisas, é dever nosso ter ciência de sua presença e respeitá-las; no entanto, que haja coragem para admitir que somos sim seletivos - seja por prudência, timidez, falta de conhecimento ou falta de interesse mesmo - e que não é um defeito ou pecado se sentir assim.

E sim, caro leitor, você pode (e deve) pensar a respeito de tudo isso. Em voz alta, até (ou melhor, principalmente!), não importando o fato de que as pessoas na sala de aula ou nas redes sociais acharão você estranho por isso (sim, chegará o dia em que você irá parar de se importar com isso também). Afinal, pensar por si mesmo ainda não é proibido (bem, quer dizer...), e vale muito esse "risco".

Enfim... Como reagir a um mundo que não para de falar? Susan Cain colocou a introspecção no bolso e tornou-se mestre nisso. E, quem sabe, a partir desta leitura, caso queiramos, passaremos também por essa experiência de transformação e crescimento?

Vale a tentativa :)

Ah, uma última fala neste textão: Leia Sextante. Permita-se ler um título da Sextante. E se quiser conversar um pouco sobre tudo isso, estamos aqui pra isso :)



Susan Cain passou muitos anos acreditando que ser introvertida era errado e se esforçando ao máximo para se adequar. Durante as aulas, ela se obrigava a falar qualquer coisa para dar a impressão de que estava participando. Nos fins de semana, frequentava festas lotadas e barulhentas, mesmo que preferisse estar em casa com apenas uma ou duas amigas batendo papo.

Com o tempo, ela foi descobrindo que seu temperamento quieto era, na verdade, um ponto forte, uma característica que podia ser usada a seu favor.

Em O poder dos quietos para jovens, Susan compartilha suas descobertas e experiências para ajudar crianças e adolescentes reservados a vencer os desafios sociais que costumam enfrentar nessa fase da vida.

Você vai encontrar estratégias eficazes para reconhecer e valorizar suas qualidades, superar os momentos em que precisa se expor um pouco mais e lidar melhor com um mundo que parece dominado por extrovertidos – tudo isso sem jamais deixar de lado a sua verdadeira natureza.

O livro pode ser lido por jovens a partir dos 12 anos e também é indicado para pais e professores que desejam compreender mais a fundo filhos e alunos introvertidos e apoiá-los da melhor forma.