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Mostrando postagens com marcador Rafa Vieira. Mostrar todas as postagens
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agosto 10, 2017

No post de hoje, Rafa Vieira apresenta os lançamentos da Editora Novo Conceito e comenta sobre uma de suas leituras preferidas da Editora.


"Alyssa Gardner é uma menina especial, ela pode ouvir e falar com animais e plantas. Mas, apesar disso tudo parecer incrível, ela ignora totalmente esse seu "poder" para que seu destino não seja igual ao de sua mãe Alison que foi internada em uma clínica psiquiátrica por alegar poder falar e ouvir plantas e animais, além de devaniar sobre um tal Pais das Maravilhas. Alyssa é descendente de Alice, sim, a mesma que inspirou o conto clássico Alice no Pais das Maravilhas de Lewis Carroll, essa por sua vez, também foi internada por fantasiar sobre esse mundo mágico. Além de sua linhagem ser mentalmente instável, Alyssa descobre q tbm existe um maldição pairando sobre a geração feminina de sua familia, tudo isso graças a Alice que cometeu uma série de travessuras enquanto esteve no país das maravilhas e agora cabe a Alyssa reparar os erros e quebrar a maldição. Porém, ela nao estará só, sem querer ela arrasta seu amigo/paixão de infância Jeb para o mundo encantado de Alice e assim eles enfrentam inúmeras aventuras, descobrem certos sentimentos escondidos e conhecem criaturas q nem Lewis Carroll sonhou que existissem. Para que sua familia finalmente esteja livre dessa horrivel maldição...." (O Lado mais Sombrio - A. G. Howard)

Eu confesso que nunca li o livro Alice no pais das maravilhas, mas já ouvi muito sobre essa história. O livro O lado mais sombrio, publicado pela Novo Conceito, nos trás uma visão diferente desse país das maravilhas: um lado sombrio, traiçoeiro e provocante, onde as criaturas descritas por Carroll ganham um ar mais trágico até. Por exemplo, Absolem, a lagarta sabichona que fica fumando e dando conselhos, ela não é tão absoluta assim; na verdade, ela passou de uma lagarta para uma borboleta com fraquezas, mas sem perder a pose, sendo muito sagaz e traiçoeiro em várias situações, além de extremamente prepotente.

Esse foi só um dos personagens que ganhou uma nova roupagem que, segundo o próprio livro, sempre foram assim, o país das maravilhas sempre considerado um lugar sombrio, com criaturas deformadas, e a Alice relatando apenas o que sua mente de criança permitiu q ela visse.

Particularmente, gostei muito do livro, pois mistura o mundo mágico com o mundo "humano," e nos leva de volta a vários cenários e objetos conhecidos, como o jardim da rainha vermelha, o chá com o chapeleiro maluco, a espada vorpal, o relógio do coelho, a rainha branca (no livro está rainha marfim). Enfim, são elementos que são conhecidos de todos, porém, contados em versões mais "alternativas", por assim dizer, para que no final da história tudo acabe em uma reviravolta incrível.

Foi uma experiência e tanto ler esse livro, valeu a pena. Qquem gosta de Alice no País das Maravilhas vai se surpreender com o "que nao foi contado por Lewis Carroll"!

Essa foi a indicação de hoje, espero que gostem do livro tanto quanto eu :)
Confira também duas novidades que a Novo Conceito vai lançar no mês de agosto:

Nunca deixe de acreditar
Christina Rickardsson

Nunca deixe de acreditar mostra o caminho trilhado por Christina Rickardsson, que até os 8 anos de idade não sabia o que era morar em uma casa, ou ter refeições diárias, uma menina pobre que transformou sua história triste em uma lição de vida.

Christiana Mara Coelho, como ela se chamava quando vivia no Brasil, morou com a mãe em uma caverna, em Diamantina – MG, e após o nascimento de seu irmão, Patrick, foi para São Paulo viver em uma favela. Enquanto a mãe trabalhava, ela rondava pelas ruas da cidade à procura de comida e um lugar para dormir.

Essa rotina se seguiu até Christina completar 8 anos, quando a mãe decidiu coloca-los em um orfanato, com a promessa de visitas todos os domingos. Porém, a diretora do local tinha outros planos para a pequena família Coelho: a adoção. Pouco tempo depois de estarem no orfanato, uma família sueca mudou a vida de Christina e Patrick.

Um drama emocionante, contado através das memórias ainda inocentes de Christina. Uma história que vai fazer você olhar o mundo com outros olhos.


Fique comigo (ebook)
Jennifer L. Armentrout

Jase e Teresa for am destinados a ficar juntos ou a vida os levará a caminhos diferentes?

Teresa Hamilton está tendo um ano difícil — ela está apaixonada pelo melhor amigo de seu irmão, mas ele simplesmente a ignora desde que se beijaram, um beijo verdadeiramente incrível e inspirador. Ela saiu de um relacionamento terrível, e agora uma lesão ameaça terminar sua carreira de bailarina. É hora do Plano B: faculdade. E talvez uma chance de convencer Jase de que o que eles sentem um pelo outro é real.

Jase Winstead guarda um segredo do passado — além da paixão que sente pela linda irmã de seu melhor amigo. Embora ele e Teresa tenham uma atração forte, Jase sabe que suas responsabilidades devem ser prioridade. Certamente não tem tempo para um relacionamento. Entretanto, tudo o que ele consegue pensar é em estar com a única garota que poderia arruinar tudo para ele.

Depois de uma tragédia no campus da faculdade, eles se aproximam mais e mais. É impossível continuar negando seus sentimentos. Jase e Teresa devem decidir o que eles estão dispostos a arriscar para estar juntos e o que estão dispostos a perder se não estiverem...

Conheça também o livro anterior, Espero por você.


Abraços,
Rafa Vieira

abril 15, 2017



Oi gente, ando sumida, trabalhando demais, estou mesmo cansada... Mas encontrei um tempinho pra falar sobre a série 13 Reasons Why da Netflix <3 Sei que já postei lá no Instagram, mas gostaria de falar mais um pouco sobre a série e sobre a minha experiencia com o bullying.

Sempre fui uma menina meio antissocial, que prefere ler e desenhar a ter que interagir com pessoas, que, de algum modo, acabam sempre me colocando em situações de medo. Estudei por 8 anos em um mesmo colégio, e a minha esquisitice nessa época ficou mais evidente do que nunca, e claro, isso foi motivo pra minha vida escolar ser um inferno total.

E o pessoal da escola? Bom, se recusavam a ver o que estava acontecendo, diziam que era só uma fase, brincadeira de criança e coisas do tipo... Mas aí eu pergunto pra vocês: Como pode ser brincadeira ou uma fase o fato de todos os dias ameaçarem quebrar os meus óculos, me excluírem de tudo e ainda tentarem me jogar da escada? Como pode ser uma brincadeira o fato de chutarem uma bola com toda a força nas minhas costas e ficarem rindo enquanto eu perdia todo o ar? Claro que não era fase ou brincadeira.

Assistindo a série da Netflix, eu fiquei chocada com a forma com que as pessoas podem ser cruéis umas com as outras, e como uma vida pode ser interrompida por influência da maldade humana. Assistindo a série, eu voltei no tempo, quando eu tinha 12 anos, e chorei, chorei porque eu poderia ter sim me suicidado, chorei porque até hoje não consigo entender qual a lógica de ferir ou debochar de uma pessoa porque ela não se enquadra nos padrões ridículos que a sociedade inventou. Chorei porque eu imagino quantas famílias perdem seus filhos para o bullying, enquanto os pais dos agressores não fazem nada para educar seus filhos ou corrigi-los. E a escola, pelo amor de Deus, o que essas escolas têm na sua filosofia? Deixam os alunos se matarem e, desde que não caia no colo da Administração, está tudo numa boa? Os educadores fecham os olhos e negam que o bullying exista, e repetem frases feitas para os pais que realmente estão preocupados com seus filhos, mas aí, quando acontece o pior, diretores e professores negam tudo e dizem que não sabiam de agressão nenhuma. 

Eu digo isso porque foi isso que a minha escola falou pra minha mãe, e no quê resultou? Ataques de ansiedade, tentativa de suicídio, e um medo de interagir com pessoas que me acompanha até hoje... 

Tenho 21 anos, trabalho e mudei muito, mas as marcas do bullying ainda me acompanham... sou nervosa e ainda choro todas as noites lembrando de tudo o que me fizeram. Mas tiro uma lição disso tudo: hoje eu sou mais forte, e aprendi que não vamos ser desajeitados ou estranhos pro resto da vida, porque nós mudamos e nos transformamos em pessoas melhores, que correm atrás de seus sonhos, e que aprenderam na marra o que é enfrentar tudo e todos para se manter vivo e de uma certa forma feliz.... Então, se passamos por tudo isso, enfrentaremos qualquer coisa daqui pra frente. 

E quanto a essas pessoas q fazem mal a outras? Olha, vou dizer baseada no  meus "agressores", pois encontrei com vários desde o ensino fundamental, seja na rua, no mercado ou em outro lugar, e o que eu posso dizer é que eles continuam vazios e infelizes consigo mesmos. Já me olharam cabisbaixos, e perceberam que apesar do incrível esforço pra me machucar, eu ainda estou de pé, e sim, realizada. 

Não deixe que um grupo de pessoas que você mal conhece defina o que você é e onde se encaixa, porque você é o que é, e pode se encaixar onde quiser, e pode ser o que quiser, é só acreditar! Não destrua a sua vida porque no momento está tudo ruim; tente sim ver o lado bom, e siga por ele. É difícil? É, e é muito, mas não tenha pressa, e vá aos poucos se erguendo, afinal, uma fortaleza não é construída em um único dia, certo? 

Essa foi a opinião de hoje. Simples, mas sincera. 

Abraços,
Rafa Vieira


13 Reasons Why - A série é uma adaptação da obra de Jay Asher e acompanha Clay Jensen, adolescente que recebe uma caixa com treze fitas de áudio gravadas por Hannah Baker, sua antiga paixão de escola que cometeu suicídio duas semanas antes.

março 09, 2017




Ando meio sumida com as resenhas, mas não porque parei de ler, e sim porque a correria desse último mês me desgastou bastante, fisica e mentalmente. Mas estou de volta! E com a resenha de Salva por um Cavalheiro, da autora Stephanie Laurens, um tipico romance com uma donzela em perigo e seu heróico salvador. Bom, típico só até o início da história, porque depois as coisas ficam... como devo dizer, "quentes".

Eliza Cynster é uma jovem donzela da alta sociedade, meiga, quieta, péssima amazona, que prefere passear em jardins em uma tarde de verão e tomar chá com bolinhos do que viver cavalgando e vivendo aventuras. Suas irmãs, Angélica e Heather, são o oposto, bem mais ativas que Eliza - e posso dizer que, de tão ativa, Heather viveu uma aventura e tanto para achar seu marido, tendo sido inclusive sequestrada, a mando de um aristocrata misterioso, e em seguida resgatada por seu príncipe encantado que a salvou, e claro, a levou ao casamento.

E foi neste casamento que Eliza Cynster descobriria o seu destino: no meio da festa de sua irmã, Eliza foi também sequestrada a mando do mesmo aristocrata (carinha insistente né?!), mas, desta vez, os sequestradores eram "mais descentes", digamos: um profissional chamado Scrope, uma enfermeira/dama de companhia chamada Geneviève, e um cocheiro chamado Taylor. Dopada e atordoada, Eliza de repente acorda em uma carruagem, e neste breve momento de lucidez ela vê um jovem cavalheiro passando pela estrada (que, segundo os sequestradores, ninguém passava) em seu próprio veículo. Imediatamente ela reconhece o jovem como sendo Jeremy Carling, um moço erudito, recluso e nada aberto a amores. No entanto, Eliza vê em Jeremy uma esperança de ser salva, então, resolve chamar a atenção dele, e Jeremy entende que este é um pedido de resgate.

O que posso dizer desse livro? É um romance histórico, clássico? É, com certeza, mas com um toque de pimenta no final! Admito que no começo do livro eu achei meio devagar, mas pouco tempo depois eu já estava desesperada para que Eliza pudesse escapar e não ser entregue para o aristocrata, e estava também torcendo para que Jeremy abandonasse a ideia de que por ser um cara intelectual demais ele não pudesse salvar Eliza, mas graças a Deus ele colocou o cérebro de volta na cabeça e foi colocar seu time pra jogo!!


Como sempre, retiro alguma lição dos livros que leio, ou pelo menos tento tirar, porque tem uns que realmente não colaboram pra que eu "entenda a lição", mas esse da Stephanie com certeza me ensinou algo.

O amor é uma coisa estranha mesmo: você espera tanto para encontrar seu príncipe encantado, de forma romântica, cheia de arco-íris, só que muitas vezes, infelizmente, você esbarra com ele da forma mais bizarra possível! Claro, não vou dizer que você precise ser sequestrada, arrastada e dopada por meio mundo pra que um cara venha e te salve. Mas é uma coisa pra gente pensar: em meio a situações tristes e desesperadoras, onde achamos que estamos realmente perdidas, não é assim tão impossível que do nada surja uma pessoa que te faça ter esperança, e que te resgate de uma situação ruim. E pode ser que numa hora dessas aquele amor que a gente tanto espera aconteça! 

Segunda lição que tirei: nunca tire conclusões precipitadas sobre si mesmo. Você pode ser a pessoa mais tímida, mais medrosa da face da terra, mas isso não significa que não tenha nada de corajoso e ousado dentro de você; pode ser que não tenha aparecido ainda a oportunidade certa para se demonstrar isso. Se você é comparado frequentemente com alguém, por exemplo, nem dê atenção, sabe, porque pode ser que você não tenha as qualidades que essa pessoa tem, mas ela não enxerga o que você é, então, não se deixe menosprezar ou ser menosprezado porque seu irmão, irmã, amiga, amigo, prima, primo ou sei lá quem aparenta ser mais ativo, mais educado, mais inteligente (sempre tem quem compare... no meu caso, era minha mãe: "porque a tua prima é educada, simpática, todo mundo gosta dela, porque ela é mais prestativa". Hoje, posso dizer que a minha mãe se arrepende dessas palavras, porque a minha prima nem olha na cara da gente na rua, e às vezes penso: "bem feito mãe!" kkkk)... Enfim, você deve ter em mente que você pode ser o que é, e muito mais ainda! E não é porque você não sai por ai em um cavalo, perseguindo bandidos e se aventurando pela floresta que você não tem aí dentro um espírito aventureiro, não é mesmo? (ps: quando ler o livro, você vai entender o que estou dizendo rs).

Essa foi minha opinião de hoje, simples, mas sincera. Ah, e em breve retorno com a resenha de Conquistada por um Visconte, desta mesma coleção da autora.

Abraços
Rafa Vieira


Salva por Um Cavalheiro
Stephanie Laurens 


Londres, 1829. Impetuosamente sequestrada do baile de noivado de sua irmã Heather Cynster com o Visconde Breckenridge, Eliza desperta em um coche estranho a caminho de Edimburgo… Após passar 3 dias e 3 noites sedada, ela fará de tudo para escapar — nem que precise fingir estar desacordada para enganar seus algozes ao longo do percurso.

Enquanto percorre os prados escoceses pensando em pergaminhos a serem decifrados e em uma esposa com quem possa compartilhar a vida, o erudito Jeremy Carling é pego de surpresa ao ver uma mulher gritando desesperada de dentro de um coche. Parecia alguma conhecida… Alguém a quem fora apresentado em um salão londrino… Mais precisamente… Eliza Cynster!

Apesar de não ser nenhum herói, e sim um especialista em hieróglifos de grande prestígio, seu código de cavalheiro jamais permitiria ignorar uma dama aflita! Mas o perigo os espreita sorrateiramente na forma de um lorde misterioso que insiste em se apoderar de uma das irmãs Cynster. Um confronto à beira do penhasco colocaria um ponto final aos ardis do vilão oculto? Ou seria o momento certo para Eliza e Jeremy ousarem assumir um amor que nasceu em meio a tantos percalços?

Em “Salva Por Um Cavalheiro”, Stephanie Laurens presenteia seus leitores com a apaixonante história de Eliza, a segunda irmã Cynster, e Jeremy. Ao longo das estradas, vales e montanhas que ligam Edimburgo a Londres, a autora desenvolve uma narrativa audaciosa com personagens sedutores em uma trama de mistério capaz de prender a atenção até a última página. 
fevereiro 10, 2017

No post de hoje, Rafa Vieira e Gih Medeiros compartilham impressões sobre o lançamento Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, publicado pela Editora Rocco.


Rafa Vieira

Eu estava ansiosa pelo lançamento desse livro, olhava sem parar os sites e livrarias, até que o dia em que finalmente chegou e eu puder ter o meu exemplar! Li em um dia, não parava de ler, era como se eu devorasse as páginas ao invés de lê-las!

Todo livro tem um lado bom e um lado ruim, nem tudo é perfeito, e não seria a série Harry Potter diferente. O livro não é contado da forma como estamos acostumados, ele é um roteiro, fala por fala, com descrição de cenas, vozes, barulhos e muito mais. Talvez por ser assim, o livro é um pouco demorado para ler, não parece fluído, quando estamos entrando no clima de uma parte, o livro vai e troca para outra totalmente diferente, e isso pode nos confundir, até entendermos um pouco a história geral que está acontecendo.

Em Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, os personagens estão mais velhos, casados e com filhos, mas suas personalidades já conhecidas ainda estão vivas. O personagem que mais gosto - além de Harry - é Rony Weasley, que mesmo com o tempo ele ainda mantém os traços daquele garoto atrapalhado e engraçado. A personagem que achei que mudou muito foi Gina. Com o tempo - e isso é óbvio - ela amadureceu demais, deixando de lado aquela menina medrosa e deslumbrada dos primeiros livros, e passou a ser mais forte, e tornou-se uma mãe dedicada e fiel ao seu marido Harry. 

O livro sem dúvida me passou uma mensagem muito importante, que não podemos destruir uma amizade por bobagens, por pressão dos outros, porque fulano não gosta do fulano, e que o que é pra ser vai ser. Devemos passar por tudo nessa vida para que nos tornemos pessoas melhores e que por mais vontade que tenhamos de mudar o passado ele foi essencial para o nosso presente, e é claro, para o nosso futuro. Talvez, se mudássemos algo ou não passássemos por metade do que passamos nossa vida poderia ser pior, pois não teríamos aprendido com os nossos erros.

Adorei o livro, apesar das mudanças bruscas de tempo, passado e presente se confundindo um pouco, mas, como amo Harry Potter, não poderia deixar de gostar desse livro!

Pra quem já leu, espero que tenha gostado tanto quanto eu, e para aqueles que ainda não leram, não percam tempo, leiam, porque vai ser uma ótima exériência! Boa leitura!!! <3



Gih Medeiros

Alguns fatos sobre a Saga Harry Potter:

- Harry Potter e a Criança Amaldiçoada não é o oitavo livro da série (como alardeado inicialmente por alguns desavisados e por marketeiros de plantão), na verdade trata-se de um texto dramático (roteiro de teatro) e não de um romance em prosa (como os outros livros de Harry Potter), escrito por  John Tiffany e Jack Thorne. Apenas o argumento foi escrito por J. K. Rowling. Mas o texto foi livremente inspirado na obra de J. K. e dá sequência aos acontecimentos descritos no último livro da saga, Harry Potter e as Relíquias da Morte.

- Filho de peixe, peixinho é: De acordo com essa história, isso não é bem verdade. A começar, temos uma (impensável para os fás mais árduos) amizade entre um Potter e um Malfoy - os herdeiros das respectivas famílias, tornam-se parceiros desde o início e são eles os grandes protagonistas do enredo - inclusive de acordo com a crítica, Scorpio Malfoy é um dos melhores personagens da trama - mas talvez a única coisa em comum com os seus pais, seja uma certa propensão para ignorar as regras. E o mais importante, é que durante todo o desenrolar dos fatos, as motivações que os levam a tais atitudes são bem diferentes das motivações que levaram seus pais a agir no passado, mostrando aqui que Alvo e Scorpio possuem personalidades distintas e singulares.

- Redenção: uma das situações que mais marcou os fãs da série, com certeza foram as mudanças de paradigma com relação a Severo Snape, que passou de odiado a adorado no mundo todo. Mas, outro personagem que também acabou mudando e modificando a visão dos leitores durante a saga, foi Draco Malfoy, mas sempre ficou aquele sentimento de que ainda faltava algo a ele e a sua jornada. Aqui, Draco finalmente recebe a oportunidade de redenção que esperávamos, e isso se dá através de uma vertente que não se imaginava: Draco é um bom pai. Tanto, que Sorpio é um dos personagens mais marcantes desse novo enredo.

- Familiaridades: os autores da peça foram assertivos ao aproveitarem alguns dos elementos mais importantes da saga, como a amizade incondicional, o altruísmo que move o verdadeiro herói que há dentro de cada um, a capacidade de perdão para os que nos amam mas nem sempre nos compreendem e tantos outros ensinamentos que J. K. nos legou. Para o leitor atento, Harry Potter vai muito além de uma história de fantasia sobre um jovem órfão bruxo e em Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, isso pode ser comprovado, pois influenciados pela magia de J. K., John e Jack mostram que ainda há muito a ser contado sobre esse universo e seus personagens inesquecíveis, que apesar de viverem em uma dimensão fictícia, muito tem em comum com o ser humano real.


Harry Potter e a criança amaldiçoada
Editora Rocco

A oitava história. Dezenove anos depois.

Baseada numa história original inédita escrita por J. K. Rowling, Jack Thorne e John Tiffany, Harry Potter e a criança amaldiçoada, uma peça de Jack Thorne, estreou em Londres no dia 30 de julho de 2016 e sai em livro no Brasil no dia 31 de outubro, pela Rocco, com tiragem inicial de 500 mil exemplares.

A edição especial de roteiro de ensaio de Harry Potter e a criança amaldiçoada chega às livrarias brasileiras nas versões brochura e capa dura, ambas em papel off-white, seguindo o padrão das edições britânicas. Maior fenômeno editorial de todos os tempos, a saga Harry Potter já vendeu mais de 450 milhões de exemplares em todo o mundo, distribuídos em mais de 200 territórios e traduzidos em 79 idiomas.

Sempre foi difícil ser Harry Potter e não é mais fácil agora que ele é um sobrecarregado funcionário do Ministério da Magia, marido e pai de três crianças em idade escolar. Enquanto Harry lida com um passado que se recusa a ficar para trás, seu filho mais novo,  Alvo, deve lutar com o peso de um legado de família que ele nunca quis. À medida que passado e presente se fundem de forma ameaçadora, ambos, pai e filho, aprendem uma incômoda verdade: às vezes as trevas vêm de lugares inesperados.

O e-book em português é publicado pelo Pottermore, responsável pela edição digital de Harry Potter e o Mundo Mágico de J.K. Rowling em todo o mundo, simultaneamente à edição impressa em português da Rocco.

janeiro 29, 2017



Todos nós temos um sonho. Às vezes, aquele sonho que não é revelado para ninguém, como por exemplo o de viver uma história de amor com seu ídolo ou personagem, seja ele de livro, música ou de tv. Tanto que olhamos para cada página, cada letra de música, cada aparição em um episódio com uma louca vontade de estar junto dele e poder viver em seu mundo. Mas... e se isso realmente acontecesse? Se pudéssemos conquistar o amor de nosso ídolo?

Acabei de ler o livro Diário de uma fã, da autora Denise Barbosa. A personagem principal é a Bárbara, uma apresentadora de telejornal em uma emissora famosa. Sua vida é bem rotineira, e ela tem um fusca chamado Bob que a acompanha desde sua juventude. Ela até tenta namorar com Fred, mas seu ciume e possessão a faz questionar o porquê de se apegar a ele. O motivo? Bom, talvez o motivo de se apegar a um relacionamento destrutivo e nunca querer ter outro pode ser definido em: um cantor de cabelos ruivos e encantadoramente talentoso. Ou, em outras palavras, Luca Becker, um amor de sua juventude que a fez sentir sentimentos controversos, como raiva, amor incondicional e fúria. Afinal, não é fácil namorar um popstar, e Bárbara sentiu na pele o que a fama pode fazer com um relacionamento, e não é fácil se esquecer de tudo isso.

Sempre gosto de colocar coisas pessoais em minhas resenhas, me sinto mais próxima das pessoas e de suas histórias, então, sim, eu já sonhei acordada com personagens, cantores e atores. Gosto de pensar que um dia vou conhecê-los e quem sabe tirar uma casquinha (kkkk), mas sei que não é fácil namorar alguém que tem uma exposição enorme, que é sempre vigiado e que nunca poderá ir na esquina com você sem um fotografo saindo de trás de uma moita e te assustando.

Não namoro um cara famoso, mas sei como é ter alguém que tem um "brilho" a mais que eu; estudei no mesmo lugar que meu namorado e sempre as pessoas diziam que eu estava sempre à sombra dele; comparações entre nós sempre existiram. Ele era bom em tudo e eu um desastre enorme nos estudos e isso me incomodava bastante, mas estamos juntos e conseguimos superar isso.

Como sempre, retiro uma lição de cada livro que leio e esse não foi diferente. Se você gosta de uma pessoa, você tem que fazer sacrifícios, nem tudo é perfeito, sempre vai ter uma coisa ou outra pra atrapalhar. Não vou dizer especificamente sobre namorar um popstar, mas você pode namorar um engenheiro brilhante, um mecânico brilhante, um aluno brilhante, seja qual for a profissão e sua exposição ou não, mas sempre haverão pessoas dizendo como as coisas devem ser. Muitas vezes não temos escolha, devemos segui-las em seus caminhos, mesmo que isso machuque alguém. Mas cabe a esse alguém conversar e procurar entender também o que se passa em você, até porque, muitas vezes, você pode não quer viver do jeito que está vivendo, então, alguns sacrifícios devem ser feitos para que a sua vida e a vida dessa pessoa se tornem melhores, para assim poderem viver em paz e juntos.

Não deixe de entender o outro, por que se ficar de birra, de egoísmo, de "tem que ser do meu jeito e ponto" ,pode-se perder o grande amor da sua vida, e muitas vezes a vida não nos dá uma segunda chance. A pessoa se magoa, você se magoa e ficam os dois remoendo aquele velho arrependimento do "eu podia ter feito tal coisa pra melhorar a situação". Pois é, mas não fez e a vida cobra um preço alto por isso...

Devemos seguir o coração às vezes, e parar de pensar somente com o cérebro, por que assim ficamos menos frios e egoístas e não teremos mágoas ou arrependimentos. E mais, não vamos precisar nos apegar em relacionamentos destrutivos, bebidas ou qualquer outro tipo de fuga para sermos felizes, nos sentiremos completos.

A autora Denise está de parabéns, adorei o livro e ele me fez pensar muito sobre como é necessário nos sacrificarmos um pouco por quem nós amamos e procurar entendê-lo. Espero que quem o leia tenha essa mesma visão. 

Essa foi a opinião de hoje, simples, mas sincera.

Abraços.
Rafa Vieira



Babi é uma menina comum, universitária, que se apaixona por Luca, um popstar da música.

Ela, que na adolescência nutria paixões platônicas por seus ídolos, não imaginava que um dia poderia se envolver com um superstar. Entretanto, quando se vê na posição de namorada de Luca Becker, não consegue se adaptar ao mundo da fama, holofotes e fãs ensandecidas.

Valeria a pena tentar? Ou seria melhor não se arriscar e permanecer no caminho de uma vida normal e pacata?

O problema é quando o coração fala mais alto.
janeiro 24, 2017


"Seis anos deixaram de existir. As lembranças que surgiam aos poucos agora me assolam de tão rápidas. Escuto a voz dele me chamando de Lisa, carregando bem no som do S por causa do sotaque tão bonito. A voz vibrante, forte, quase vigorosa demais para um mortal. A palavra 'saudades' escrita em português, o jeito que ele me forçava a conversar depois de muito silêncio dizendo apenas 'fale comigo'. Ele sabe que ainda não existe a menor possibilidade de eu conseguir esconder alguma coisa depois de ouvir isso, principalmente porque essa frase sempre vinha acompanhada de um olhar que dizia 'confie em mim'".

Estou parada com o tablet na mão, com a ultima página do livro Sob a luz dos seus olhos, da autora Chris Melo. Estou sem palavras e as lágrimas insistem em cair. Isso não é normal para mim, pois nem sempre me emociono. Poderia dizer tudo sobre esse livro mas, ao mesmo tempo, não consigo descrevê-lo. Estou tentando encontrar palavras que transmitam a emoção e a história linda que esse livro possui.

O livro nos apresenta Elisa, uma jovem editora bem sucedida que mora em São Paulo, e que leva uma vida pacata, bem regrada, onde não há espaço para amores e sentimentos do gênero, apenas uma ficada daqui e dali, nada mais que isso. Até que ela tenta sentir algo a mais por seu vizinho Cadu, mas sempre sem sucesso. O que não sabemos é o que levou uma jovem de 29 anos ser tão fria em relação ao amor.

Quando Elisa tinha 23 anos e era uma mera estagiária em Londres da mesma revista que atualmente trabalha, ela encontrou inesperadamente o cara dos seus sonhos, lindo, louro e forte, um príncipe encantado. Com ele, viveu noite incríveis, sensações desconhecidas, e claro, um amor sem tamanho, um amor tão grande e intenso que ela sentia que iria explodir de felicidade. O nome desse príncipe encantado era Paul, um jovem aspirante a ator, boêmio, e que nunca levava nada a sério, até que conheceu Elisa e seu mundo virou completamente.

A vida real é dura, assim como nos livros, dura e cruel. Em meio a felicidade, arco-íris e fogos de artificio que se resumia o amor dos dois, uma desgraça se abateu sobre Elisa, que descobriu que estava com Leucemia, e optou por deixar Paul e voltar ao seu país e fazer um tratamento. Não contou a Paul sobre a doença, e ele se sentiu magoado e terminou o relacionamento.

Seis anos depois, Paul surge como um fantasma e abala sua vida regrada e fria, e então o livro começa, e surgem várias aventuras e momentos românticos.

Eu, particularmente, não penso muito em como seria o homem ideal, nem em casamento e muito menos filhos, talvez por eu ser independente demais e querer sempre alcançar algo maior. Nunca vivi um conto de fadas, meu namoro começou de forma tradicional e seguimos tradicionais, sem muita aventura ou situações loucas. Quando leio um livro assim, me imagino no lugar do personagem e sinceramente, me bateu uma tristeza, e senti o que Elisa sentiu, e foi como meu coração tivesse sido esmagado e alguém tivesse pisando nele.

Mas também retirei uma lição valiosa (como sempre, procuro alguma moral ou lição nos livros que leio): o amor é muito mais que estar com uma pessoa, ou simplesmente abraçar e beijar; o amor é o que move uma relação, é um sentimento que nos faz ultrapassar limites, sejam eles emocionais ou físicos, como quando alguém que amamos está passando por uma situação ruim e retiramos forças que nem sabemos de onde vêm, e vamos atrás, apoiamos a pessoa amada, e, na maioria das vezes, juntos conseguimos resolver nossos problemas.

É também amor conversar sobre besteiras e anseios, é dividir experiências e criar novas, é acordar todos os dias e saber que existe alguém que se importa com você e que não está nem aí para seus defeitos, se seu corpo é ou não é perfeito, e que sabe de cor o que você gosta, e que vê o melhor em você, mesmo que outras pessoas insistam que você é estranho ou cheio de defeitos horríveis.

Amar é também brigar e no fim do dia se reconciliar, sentir ciúmes, e saber que quando você chegar de uma viagem ou do trabalho haverá alguém ansioso pela sua chegada, e querendo sua companhia.

Se você tem alguém do seu lado, valorize, pois amanhã ele pode não estar mais ao seu lado. É triste, mas a vida não se importa se você está feliz ou não, ela tira com a mesma rapidez com que deu. Diga então que ama, cutuque, brinque, saia e viva com essa pessoa momento incríveis.

Bom, o livro da Chris é maravilhoso, uma verdadeira lição de vida, e sempre vou lê-lo, para me lembrar que o amor existe, e que basta procurá-lo dentro de nós mesmos.

Essa foi a opinião de hoje, simples, mas sincera.

Atenciosamente,
Rafa Vieira 


Chris Melo | Editora Rocco

Considerada a “Nicholas Sparks de saia” pelos fãs, Chris Melo estreia na Rocco com um envolvente romance sobre o poder extraordinário do amor. A trama conta a história de Elisa, que embarca para a Inglaterra decidida a começar sua vida adulta, levando na bagagem seus planos e sonhos para o futuro; e Paul, um artista tentando se encontrar e que vive intensamente cada momento. O que poderia ser apenas um encontro casual entre dois jovens tentando achar o seu lugar no mundo se transforma, pelas mãos da autora, numa profunda jornada de autoconhecimento, superação, perdão e recomeços. 

A autora Chris Melo exerce um encantamento com sua escrita dinâmica, prendendo a atenção com cada uma das idas e vindas da protagonista. Primeiro as leitoras retornam com Elisa à Inglaterra, para depois acompanharem, imersas em um sem fim de sentimentos, as decisões que ela precisará tomar para ficar ou não ao lado de Paul, seja em São Paulo, em Londres ou em Hollywood. Impossível largar o livro antes de saber o desfecho da história.
janeiro 21, 2017

Terminei de ler o livro Tinderela da autora R. M. Cordeiro. Bom, o que posso dizer? Ainda estou rindo bastante pelas situações que a minha xará passou (sim, o nome da personagem é Rafaela, e não, eu nunca passei por metade do que ela passou).

O livro conta a história de Rafaela, uma enfermeira da Neonatal que vive muito mergulhada em seu trabalho - até conhecer o Tinder, um app de relacionamentos. Como está sozinha há um bom tempo, ela resolve se cadastrar e ver no que dá. Mas nem tudo que o que aparece no Tinder a encanta e ela se envolve em situações bem constrangedoras, loucas e entediantes.

Eu sou tradicional, gosto de conhecer pessoas através dos amigos, trabalho e escola, não uso nenhum app de relacionamento. Conheci meu namorado através do meu primo e da minha família e estamos juntos até hoje. Mas, no mundo digital em que vivemos, e na pressa que estamos, às vezes os aplicativos ajudam bastante, agilizam a "burocracia" que é esperar pra conhecer alguém interessante, conversar, sair e se decepcionar (ou não). Mas o livro me mostrou que às vezes o Tinder pode ser cruel, coitada da Rafaela, era cada criatura que aparecia que eu não sei como ela não desistiu desse app antes!

Tinham caras para todos os gostos: viciados em trabalhos, que beijavam no estilo cachorro-lambendo (sobre esse aí, eu tenho que compartilhar uma história com vocês. Eu estava no ensino fundamental, e eu era bem quieta, e isso é uma vantagem porque eu sempre ouvia tudo que meus colegas falavam, e um dia chegou um dos meus colegas louco da vida se limpando e procurando um pano pra limpar o rosto, aí ele virou pra um amigo dele e disse: "Nunca mais fico com ela (não vou dizer o nome da criatura né!), porque ela beija igual a um cachorro lambendo sorvete", e se limpava! kkkkkkk. Nunca vou esquecer essa história!), e tinham tarados, tinham homens sem grana que querem ir pra sua casa porque é mais econômico), enfim, um mar de coisas inimagináveis.

Adorei o livro, é um livro divertido que trata de uma coisa tão comum que é o relacionamento online, e que às vezes a internet pode ser cruel, então, devemos parar um pouco de procurar o príncipe encantado no computador, e olhar ao redor, pois talvez o cara "perfeito" esteja onde você menos imagina, já que não o viu passar enquanto estava ocupada demais olhando para o celular e caçando pretendentes.

Parabéns a autora! Adorei de verdade o livro, e nunca vou me inscrever no Tinder. Uma, porque eu sou compromissada, e mesmo se não fosse não ia querer um cara babão ou que me entediasse! kkkk

Essa foi a opinião de hoje, simples mas sincera.

Abraços,
Rafa Vieira
janeiro 16, 2017

Coisas boas acontecem pra quem tem coragem. Coragem e força pra falar o que acontece aí dentro, aqui dentro, neste logo-ali do peito que é também bem perto do espírito. Afinal, por mais abafado que esteja, o coração por vezes transborda, e chora, e apenas um outro coração que já doeu pode nos ouvir assim tão de pertinho. 

Neste início de ano, em meio a compromissos, trânsito e conversas vazias, duas foram as mensagens que alegraram o meu dia: uma, a da autora Jana Meilman, que com muita gentileza e brilho nos olhos compartilhou conosco sua história, e também o seu livro. E como diria um cantor que muito admiro, é preciso que o artista (e também o escritor, claro) seja simples de coração, e não tenha medo de seus sonhos e desafinos. E é curioso perceber o modo como a empatia apenas surge, assim... leve, porém do tamanho de um universo.

E foi assim que, com um novo livro nas mãos, uma segunda mensagem chegou, e com ela uma nova amizade: amigos do blog Papel Papel, é com grande alegria que apresento a vocês nossa nova colaboradora, a menina Rafa Vieira, que tem vinte anos, e é lá do Rio Grande do Sul, e, principalmente, tem uma intensidade de alma simples, e por isso assim tão em sintonia com a gente. Seja bem vinda, Rafa! :)

Então é isso, pessoal! Espero vocês gostem do trabalho da Jana e da Rafa, e que possamos neste ano cada vez mais conversar sobre literatura e vida, sempre à beira de muito amor, tranquilidade e livros.

2017, este ano que nem promete, já realiza, não é mesmo? <3

Um abraço a todos,
Rebeca



Guaíba / RS, 16 de janeiro de 2017


Sempre me atraio por um livro pela sua capa, outros, por sua história, e também tem aqueles que me atraem só pelo olhar. O livro Do que são feitas as estrelas?, da autora Jana Meilman, me atraiu por todas as opções.

O livro conta a história de três meninas que, apesar de terem vidas diferentes, estão unidas em único propósito: entrar para a escola Watson em Nova York e se tornarem atrizes famosas. Cada uma tem um estilo de vida diferente (baladeira, filhinha do papai, e reservada), e com isso poderíamos supor que nunca iriam se dar bem, mas você vai ver ao longo do livro que as personalidades delas se completam, e é isso que torna a história tão interessante.

Como em qualquer colégio, elas se envolvem situações constrangedoras, amores, e, como estão longe de casa, enfrentam a saudade da melhor forma possível. (uma bebe, a outra chora e a outra segura firme!). Mas, graças a essa união, elas superam muita coisa, e você verá ao longo da história que não é pouca coisa que elas passam juntas.

Bom, não sou de chorar lendo livros, talvez porque fui criada pra ter um emocional de pedra, mas chorei ao ler esse livro. Porque me identifiquei com as personagens, elas têm um pouco de mim. Também não sei expressar o que sinto, e quando expresso é como uma bomba, pois perdi meu pai e sinto a falta dele até hoje, e por isso fui muito protegida pela minha família.

Esse livro me conquistou de uma maneira que não sei como explicar, é difícil colocar em palavras, porque não estou achando. Nesse livro você ri, você chora, você fica brava com as personagens, eu tive vontade de entrar no livro e esganá-las algumas vezes, e outras, de confortá-las.

O livro tem uma mensagem linda! Não importa a dificuldade que você esteja enfrentando: a dor que você está sentindo, se deixar que toma conta de você, sua vida irá afundar. O mundo não para porque você está sofrendo, a vida segue, às vezes é cruel, e por mais que você ache que passar por ela sozinha é uma boa, vai por mim, não é. Precisamos das pessoas para sobreviver a esse mundo que nos dá mas também nos tira com a mesma rapidez com que nos deu.

Nunca desista de seus sonhos! Sim, é dificil. Bom, e o que é fácil nessa vida? As dificuldades só nos fortalecem, e quando olhamos para trás, depois de tudo, percebemos que vale realmente a pena passar pelas provações que a vida nos impõe, e é por isso que hoje somos mais fortes, mais resistentes, mais humanos, e com uma melhor visão da humanidade e do mundo.

Ah, achei muito legal a trilha sonora do livro, o meu celular agradece, estava precisando de umas músicas boas!

Parabéns para a autora, amei o livro e vou reler com certeza! Um dia vou comprá-lo para colocar na minha estante e, sempre que eu estiver triste, vou reler e reler, para me motivar. Parabéns mesmo, Jana Meilman!

Essa foi a minha opinião, simples, mas sincera.

Um abraço,



Do que são feitas as estrelas?
eBook Kindle por Jana Meilman

Sinopse: O que torna uma pessoa comum em alguém extraordinário? Como realizar um sonho que parece ser impossível? Afinal, do que são feitas as estrelas?

Todas essas questões não saem da cabeça de Malu, uma jovem que deixou o Brasil para estudar na Watson School, uma das escolas de Artes Cênicas mais importantes do mundo, famosa por transformar seus alunos em grandes estrelas.

A escola que fica em Nova Iorque é o ponto de partida na jornada de Malu, que vai precisar fazer escolhas difíceis e superar uma tragédia inimaginável que transformará para sempre a sua forma de encarar a vida.

A força para realizar o seu sonho, Malu encontrará em pessoas especiais que surgirão em seu caminho, entre elas, Sofia López uma mexicana carismática que faz parte de uma família singular, e Lauren Cogley uma irlandesa determinada e nem um pouco convencional.

Juntas, as três amigas vivem aventuras, romances, descobrem a força da amizade e do que são feitas as estrelas.