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agosto 08, 2017


Hoje eu venho mostrar pra vocês os livros que eu adquiri a Festa Literária de Paraty. Como eu já falei no post anterior, o escritor homenageado deste ano foi o carioca Lima Barreto e todos os autores convidados fizeram comparações entre sua trajetória e os livros de Lima. 

Como a crise econômica ainda é uma realidade presente na vida dos brasileiros (Lima nos entenderia muito bem), precisei ser muito mais contida nas minhas aquisições do que de costume, mas são livros que já estavam na minha wishlist há tempos!


A FLIP é também a oportunidade de conhecer de pertinho muitos autores nacionais e internacionais, a cidade é pequena, os autores são acessíveis e mesmo que você não tenha a oportunidade de assistir as palestras e adquirir os livros, sempre é possível esbarrar com algum autor pelos cafés e sorveterias da cidade. Eu consegui registrar alguns momentos com autores que eu admiro (e já peço desculpas pela qualidade das fotos que foram tiradas com celulares aleatórios).

Lázaro Ramos | José Luís Peixoto – poeta português | Deborah Levy – romancista sul-africana


Confira abaixo o vídeo com os detalhes.


E você, qual autor já conheceu ou gostaria de conhecer? Conhece algum desses livros?

Não esqueça de deixar seu comentário.
Beijos e até a próxima.

novembro 28, 2016



Segunda-feira, sol espesso na fresta do quarto e no asfalto da avenida. Quisera na pele o leve inverno de algumas semanas, porém, às vésperas do verão, a claridade cega a paciência, e consigo traz o suor, a enxaqueca e o post ranzinza.

Para administrar as dores deste sol-eterno por vir, carrego na bolsa um pequeno kit de sobrevivência em terras do Rio. Aos que também sofrem nesta época de alta produção de melanina, compartilho algumas dicas de produtos para uma menor sofrência - e claro, também alguma poesia a seguir.

Na foto acima: 1) minha inseparável caixa de Advil, 2) Bepantol líquido para hidratar o rosto (tentei o uso costumeiro das gurias dos blogs de beleza, no caso, borrifando nos cabelos, pra dar aquele ar de voltei da praia e tô linda, mas... não rolou. Acho que só pra quem tem cabelo liso mesmo. Não sei), 3) Protetor solar com cor La Roche-Posay (olha, te dizer que to achando melhor que B.B. Cream, viu? Produto leve, textura líquida que não escorre, e pelo menos no meu tom de pele deu pra cobrir alguns avermelhados e manchinhas), 4) Protetor labial Cicaplast, também da La Roche-Posay (pra quem - infelizmente - tem que trabalhar no ar condicionado polar, taí um produto com uma ação melhor que a dos protetores em formato bastão/batom) e 5) Óculos de sol de uma lojinha aqui do Rio, a Loucos por Óculos, que tem vários modelos moderninhos + preço de ótica de bairro mesmo, super recomendo! Ah sim, faltou na foto uma garrafa d'água e o protetor solar para o corpo. Acho que é isso.



Pois bem. De volta ao verão, inevitável também é a lembrança das canções de veraneio. Nesta multidão sonora, algumas estrofes até versam poesia, enquanto outras revelam para o Brasil o calor nada poético do Rio de Janeiro: 

"Eu só queria te contar / Que eu fui la fora e vi dois sóis num dia / E a vida que ardia sem explicação"
"Rio 40 graus / Cidade maravilha / Purgatório da beleza e do caos"
"Essa noite eu quero te ter / Toda se ardendo só pra mim / Essa noite eu quero te ter / Te envolver, te seduzir"


 
E felizmente, bem mais que felizmente, a literatura vem para nos salvar de todo cansaço da estação! E se você tem no bolso algum pensamento sobre o verão, compartilha com a gente nos comentários também! :)



No Entardecer dos Dias de Verão

No entardecer dos dias de Verão, às vezes,
Ainda que não haja brisa nenhuma, parece
Que passa, um momento, uma leve brisa...
Mas as árvores permanecem imóveis
Em todas as folhas das suas folhas
E os nossos sentidos tiveram uma ilusão,
Tiveram a ilusão do que lhes agradaria...
Ah, os sentidos, os doentes que vêem e ouvem!
Fôssemos nós como devíamos ser
E não haveria em nós necessidade de ilusão ...
Bastar-nos-ia sentir com clareza e vida
E nem repararmos para que há sentidos ...
Mas graças a Deus que há imperfeição no Mundo
Porque a imperfeição é uma cousa,
E haver gente que erra é original,
E haver gente doente torna o Mundo engraçado.
Se não houvesse imperfeição, havia uma cousa a menos,
E deve haver muita cousa
Para termos muito que ver e ouvir ...

Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos - Poema XLI"
(Heterónimo de Fernando Pessoa)



Provavelmente não virei montado...

Esta é a cidade em que te vi passando
Esta é a cidade que me viu sofrendo
Esta é a cidade que trilhei fugindo
Metrópole fatal, hosana! hosana!
Esta é Copacabana, ampla laguna
Curva e horizonte, arco de amor vibrando
Suas setas de luz contra o infinito.
Aqui meus olhos desnudaram estrelas
Aqui meus braços discursaram à Lua
Desabrochavam tigres dos meus passos
E as sereias por mim se consumiam.
Copacabana! praia de memórias
Quantos êxtases, quantas madrugadas
Em teu colo marítimo! esta é a areia
Que tanto enlamacei com minhas lágrimas
Aquele é o bar que freqüentei. Vês tu
Aquele escuro ali? É um monumento
Cone de sombra erguido pela noite
Para marcar por toda a eternidade
O local onde, um dia, fui perjuro
Ao teu amor. (...)

Vinicius de Moraes, 2004 (excerto)
Leia o poema completo

novembro 27, 2016

Domingo, dia de post e reflexões coletivas. Como nossa amiga Regiane comentou anteriormente de sua ida ao cinema para conhecer Elis - O Filme, nesta postagem, Bruno e Jonatas apresentam suas leituras mais recentes, e Rebeca apresenta suas comprinhas de Black Friday, e de algum modo se aproxima da conversa iniciada pelos guris. E de algum modo tudo saiu meio "reflexivo demais" também. Mas... a gente é assim. E não tem receios de ser assim não :) Conheçam as histórias de nossa semana:



Bruno

"Naturalmente, portanto, essa gente fala "dos bons tempos que hão de vir", do "paraíso futuro", da "humanidade liberta das grilhetas do vício e da virtude", e assim por diante. (...)  Também às massas que aplaudem eles falam da felicidade futura e do gênero humano por fim libertado. Mas nas suas bocas (...) estas frases felizes têm um significado medonho. Eles não têm ilusões, são demasiado intelectuais para pensar que neste mundo o homem se possa libertar completamente do pecado original e da luta pela vida. O que eles querem é a morte. Quando falam no gênero humano por fim livre, querem dizer com isso que a humanidade se suicidará. Quando falam em paraíso sem certo nem errado, querem dizer o túmulo. Têm apenas dois objetivos: primeiro, destruir a humanidade; depois, destruírem-se a si próprios." (G..K Chesterton) 

Poderia falar da ida ao Maracanã nesse fim de semana, ver o meu time voltar ao lugar que nunca deveria ter saído, entretanto, depois de postar sobre UFC e Turf, vou quebrar minha sequência esportiva e ao ar livre para falar de uma leitura muito satisfatória que comecei esse fim de semana, e provavelmente terminarei até segunda, pois trata-se de um livro muito curto.

Estou falando de The Man Who Was Thursday de G.K Chesterton, de apenas 120 páginas e que trata com humor e muita criatividade em uma leitura leve de uma história que tem como tema a Anarquia. Estamos falando de um livro que completará 100 anos em 2018, mas tão popular e atual como o tema são os "inocentes" anarquistas do dia-a-dia que nem sabem bem o que estão fazendo e convivem entre nós. Não mudou nada em 100 anos... digo, agora eles usam Iphone.

A propósito: “Viva Cuba livre!"

*

"(...) - Que quer dizer com isso? Eles não podem dominar assim o Mundo. Há certamente muitos trabalhadores que não são anarquistas, e se assim não fosse, certamente simples multidões não poderiam vencer a polícia e os exércitos modernos!

- Simples multidões! - repetiu, trocista, o seu novo amigo. - Com que então você fala de massas e de classes operárias, como se fosse disso que se tratasse. Você tem essa ideia fixa e idiota que a anarquia virá dos pobres. Porquê? Os pobres têm sido rebeldes, mas nunca foram anarquistas, têm mais interesse do que quaisquer outros na existência de Governos decentes. Quem está verdadeiramente ligado à pátria é o homem pobre; o rico não, esse pode partir no seu iate para a Nova Guiné. Os  pobres às vezes repontam por serem mal governados, os ricos têm repontado sempre contra qualquer forma de Governo. Os aristocratas foram sempre anarquistas, tem como exemplo as guerras dos barões."
(G.K Chesterton)


Jonatas

O Livro do Cemitério, Alice no País das Maravilhas e Através do Espelho, Os Pássaros, A História Sem Fim, Coração das Trevas, e agora, prosseguindo uma das minhas melhores sequências de leitura até hoje, O Pavilhão Dourado, do autor japonês Yukio Mishima, publicado pela editora Companhia das Letras. Não lhes posso dar-lhes muitas informações, pois pouco li, mas acentuo que a lentidão é justa pela delicadeza com que Mishima conduz a narrativa. Não consigo ler nenhum parágrafo apenas uma vez.

O Pavilhão Dourado é a história de um filho de monge, gago, orgulhoso, que relata sua dificuldade em comunicar-se com o mundo inacessível. Sente-se feito pássaro preso no próprio interior viscoso, e traduz seus sentimentos, muitas vezes hostis, igual a um amante confesso ante ao menor gesto da pessoa amada. A ambígua relação de amor e ódio com o mundo é irresistível. O Pavilhão Dourado, local sagrado sobre o qual seu pai sempre falava, torna-se a representação da máxima beleza, espécie de mito pessoal de Mizogushi. Sendo orientado pela visão do Pavilhão Dourado, residência, símbolo e essência da beleza imutável, o jovem atravessa os conflitos naturais da alma humana.

"Tenho certeza de que nesse momento uma clara consciência despertava em mim: a consciência de que eu me encontrava em um mundo envolto em trevas, com ambos os braços abertos em expectativa; de que, com o tempo, as flores de maio, o uniforme, os colegas de classe maldosos, todos viriam ter em meus braços estendidos; de que eu sustentava o mundo, sofreando-o pelas bases. Porém, essa espécie de consciência era por demais opressiva para um adolescente como eu para constituir motivo de orgulho.

O orgulho deveria ser algo mais leve, mais luminoso, fisicamente visível, mais resplandecente. Algo visível –– eis o que eu queria. Algo que todos pudessem ver e que me fosse de fato motivo de orgulho, como, por exemplo, o espadim que ele trazia à cintura." 




Rebeca 


Seria quase impossível riscar novembro do calendário e não comentar qualquer coisa sobre a Black Friday. E sim, como estamos em nosso post de domingo, onde nos permitimos falar de um universo não apenas literário, compartilho com vocês algumas comprinhas realizadas no próprio dia 25 em um shopping do Rio, e um segundo assunto também, logo em seguida.

Eu que pouco adiciono cores ao guarda-roupa (saudações, cinza branco e preto!), dificilmente penso em colorir olhos e face em tons de veraneio. No entanto, "me encontrei" neste novo universo do cobre e do coral disponível na linha Intense do Boticário, assim como em diversos produtos Color Mania da Maybelline. Gestalt aguçada pelo vermelho, comprei algumas coisinhas então: esmalte, batom, pó e gloss. Gostei das texturas, das embalagens, e claro, do preço - neste clima promocional, o mais caro foi o pó, que custou 19.90. Valeu a pena!

*

Também na sexta-feira, uma postagem no Instagram me chamou a atenção. Sem nomear instituições, claro, porém, o exemplo descreverei: junto a imagem de um post, uma densa legenda a respeito da febre do consumo e da desordem que a mercadoria pode causar no emocional da pessoa (especialmente a mulher) brasileira. Confesso que ao ler este "alerta" no Instagram me senti em um banco de universidade lá nos anos 2000 - ou seja, a Academia de Humanas permanece a mesma pelo visto.

Só que o post era de uma empresa. E de uma "empresa que vende produtos". E que por sua atividade é formada por todo um time operacional de vendedores, caixas, tios da limpeza e demais trabalhadores cuja sobrevivência depende desta engrenagem de vendas. Apesar disso, a equipe de Marketing preferiu compartilhar um pequeno tratado sobre a febre do consumo e em 140 caracteres imputar suas bandeiras políticas. Pois bem, vamos às possíveis reflexões a partir deste exemplo:

Ponto 1: Sim, é claro que há práticas de trabalho desumanas, tanto na China, no Brás, como nas inúmeras Zaras do ocidente. Daí a possibilidade (pra não dizer obrigação) de incentivar e consumir o trabalho desenvolvido pelos empreendedores locais, e não o das "grandes corporações", se isto nos fere profunda e ideologicamente. Aliás, se não me engano, antes de inventarem a tal Sustentabilidade, este sentimento de fortalecimento da vida e economia locais chamava-se Senso de Comunidade. Talvez nossos pais ou até muitos de nós se lembrem ainda disso...

Ponto 2: Queria entender quando foi que o homem passou a ser (convencido de que é) tão vulnerável, e tão suscetível aos "apelos do mundo"... Assim: desde quando passou a ser tão impossível entendermos nossa própria realidade e desejos? (por ora, não mencionemos o desejo sexual-amoroso; acho que não cabe neste momento da conversa) Afinal, a realidade construída pelo ser humano é desigual, assim como o próprio ser humano, que sempre foi e sempre será esta balança que pende ou para a aptidão ou para a fraqueza, ou para a coragem e a covardia, ou ainda a obsessão e a apatia, sem falar do senso de justiça ou a sociopatia. Enfim, tudo isso são fatos, não sentimentos, a espécie humana é assim, por mais dolorosa que seja a constatação de tudo isso.

Ponto 3: "Ah, mas eu penso na ofensa que é este consumo desenfreado para as pessoas que não podem sequer comprar um pão...". Sim, não digo que seja fácil conviver em uma realidade social que a cada momento desafia nossas próprias forças, sustento e estima; porém, concordo com as citações do Bruno: se vivêssemos o Fazer o Bem em uma escala ao alcance de nossas mãos, ao invés de depender de uma (i)lógica Governamental, acredito que o mundo-perto-da-gente poderia ser menos medíocre. Por exemplo: por que ao pensarmos em Solidariedade sempre lembramos das "Ongs sem fronteiras" ou dos paliativos assistenciais de nossas prefeituras e demais instâncias de governo? Por que não podemos cada um de nós estender uma ajuda a uma vizinha que perdeu o marido, ou ao senhorzinho que ainda não se recuperou do incêndio de sua casa, ou ainda apoiar a causa dos que coletam roupas e mantimentos para o auxílio das famílias carentes de nosso próprio bairro? São tantos os exemplos... 

Enfim... muito poderia ser dito, mas não em um (textão de) fim de domingo. 

E... o que nos resta em meio a tudo isso? Olha, apenas torcer pra que o coração da gente consiga ser um pouquinho melhor a cada dia. Porque o dos Grandes Irmãos será sempre mesquinho mesmo...



abril 28, 2016



Há muito tempo, numa galáxia muito distante, mais exatamente no ano de 1977, o compositor John Williams seria escalado para a criação um tema musical desta que seria a aposta do cinema de ficção de todos os tempos. E para acompanhar este ambicioso projeto cinematográfico, idealizado por George Lucas, sua trilha sonora não poderia ser diferente: majestosa e épica, a composição de Williams viria a tornar-se uma espécie de Hino de toda uma geração!

Após algumas décadas de hiatos e filmes, e impulsionada pela produção de um novo episódio (que creio que todos assistimos no ano passado e ansiosos assistiremos sua continuação ainda em 2016), muitas editoras redescobriram esta narrativa de impérios e conquistas e, felizmente, para a alegria de todos os nerds deste planeta, inúmeras sagas e spin-offs foram e continuam ainda sendo publicados. Uma das coleções mais conhecidas é a publicada pela Editora Aleph, cujos títulos (bem, apenas alguns :/) foram por nós adquiridos em uma recente promoção no site do Submarino <3

Como a fila de leitura anda intergalática, ou melhor, kilométrica, postaremos por enquanto as sinopses de três dos títulos escolhidos. E claro, como toda história merece uma boa resenha, indicamos a leitura dos textos já compartilhados pelos seguintes blogs parceiros: Desbravadores de Mundos, Nerd Geek Feelings e Cantinho de Leitura da Mari.

E que a Força (do texto) esteja sempre com vocês! :)


Steve Perry

São tempos sombrios na galáxia. Enquanto a princesa Leia organiza uma missão para resgatar Han Solo do terrível Jabba, o Hutt, Darth Vader vasculha a galáxia atrás de Luke Skywalker, com o objetivo de recrutá-lo para o lado sombrio da Força.

Para atender a ordem do imperador Palpatine, o Lorde Sombrio une seus esforços a Xizor, poderoso líder de uma organização criminosa. Mas Vader não é o único a querer as graças do imperador, e seus planos podem ser colocados em risco, já que o chamado Príncipe Negro pode ter outros interesses nessa empreitada.


John Jackson Miller

A República foi destruída, e agora a galáxia é governada pelos terríveis Sith. Obi-Wan Kenobi, o grande cavaleiro Jedi, perdeu tudo... menos a esperança.

Após os terríveis acontecimentos que deram fim à República, coube ao grande mestre Jedi Obi-Wan Kenobi a missão de proteger aquele que pode ser a última esperança da resistência ao Império. Vivendo entre fazendeiros no remoto e desértico planeta Tatooine, nos confins da galáxia, o que Obi-Wan mais deseja é manter-se no completo anonimato e, para isso, evita o contato com os moradores do local. No entanto, todos esses esforços podem ser em vão quando o “Ben Maluco”, como o cavaleiro passa a ser conhecido, se vê envolvido na luta pela sobrevivência dos habitantes de um oásis esquecido no meio do deserto e em seu conflito contra o perigoso Povo da Areia.


Troy Denning

Uma última aventura para Han, Luke e Leia. Provação se passa 40 anos após o acontecimentos do filme STAR WARS – Episódio VI. A trama se inicia quando Lando Calrissian pede ajuda para enfrentar um grupo de piratas em uma de suas minas. Dois grandes vilões, movidos por vingança e ambição e talvez ainda mais perigosos que o próprio Império, farão o ex-contrabandista e a esposa, agora cavaleira Jedi, se unirem novamente a Luke nessa aventura que explora dinâmicas da Força de uma forma nunca antes feita. Repleto de ação do começo ao fim, Provação traz de volta os principais personagens da saga Star Wars em uma trama que combina perfeitamente chantagens, sequestros e batalhas tão épicas quanto as da trilogia original.


E vocês, já estão com as leituras de Star Wars em dia? Compartilhem aqui nos comentários os links para as resenhas de vocês! Esperamos em breve postar nossas impressões sobre estes títulos também <3